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terça-feira, 2 de outubro de 2012

Chuvas: os riscos do excesso e da escassez

Alunos da EMJB observam a chuva do dia 26 de setembro, uma das maiores do ano de 2012 e que superou o total dos meses de julho e agosto juntos. Uma chuva não tão forte mas de longa duração...

Os pluviômetros ficaram com água até quase a metade...

A medição foi feita por alunas da turma 7A (foto de Débora Kopke)...

 
 Pluviograma parcial de 2012, usado em aula (as medidas são em mililitros). Aproximadamente dois terços da barra de setembro foi a chuva do dia 26...

Um pequeno deslizamento flagrado em São Domingos neste dia. O evento pluviométrico abriu a temporada de riscos de desastres relacionados a chuvas...
 
  E encerrou um longo período de seca e queimadas nas matas da cidade, agravado pelo hábito da população de incinerar o lixo...

A escola também é um lugar vulnerável aos riscos ambientais...

A escassez e o excesso de chuvas levam à mesma reflexão:
a água não aproveitada...

 
Num chuvisco de inverno, por Claudio Insuela (6B).


quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Riscos ambientais - lixo e queimadas

Queimar o lixo ainda é um hábito comum em alguns lugares. Além de contaminar o ar e o solo, oferece risco de incêndio quando o fogo se alastra sem controle. Um risco potencializado na estiagem do inverno quando a falta de chuvas deixa a vegetação seca e inflamável. Nas queimadas que ocorrem próximo à EMJB (quando o vento não é favorável), a fumaça chega a entrar nas salas de aula. Dá até para ver as cinzas suspensas no ar caindo sobre o chão e os canteiros da escola. A foto acima é do Maurício, da turma 6E, que subiu no muro para registrar o fogo.

Sejam acidentais ou intencionais, as queimadas deixam os morros ocupados da região metropolitana com esta aparência durante os meses mais secos do meio do ano. Sem cobertura vegetal, os solos ficam vulneráveis às chuvas das próximas estações e suscetíveis à erosão. Com isso, a população residente fica mais exposta ao perigo das chuvas torrenciais. E pensar que fazem menos de seis meses da tragédia provocada por uma delas. Nesta foto, percebe-se ainda as árvores excessivamente podadas no primeiro plano (veja a matéria sobre a vulnerabilidade das áreas verdes).

Um exemplo comum na região: um terreno inclinado onde o fogo consumiu o mato e deixou o solo desprotegido.

O lixo depositado na beira da rua Dr. March (que faz a divisa de Niterói e São Gonçalo) à espera da coleta também coloca a população em risco: exposto aos animais que revolvem os sacos e espalham os resíduos (repare na foto o cachorro na direção da placa), força os carros a passarem pela pista contrária (risco de acidentes) e está pronto para, se chover forte, ser carregado ladeira abaixo pelas águas.

A queima do lixo neste local também revela a fragilidade do sistema de coleta na fronteira dos dois municípios.

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sábado, 31 de maio de 2008

Incêndio

Flagrante de incêndio no morro de São Lourenço, no Fonseca, na quinta-feira dia 29. No alto, o fogo consome o mato bem próximo a torres de alta tensão, enquanto na parte de baixo chega perto das casas dos moradores. As causas são desconhecidas, mas pela imagem fica evidente o perigo para a população da cidade. Há anos essas encostas estão cobertas de capim e expostas constantemente ao fogo. O local merece um reflorestamento, para protegê-lo mais das chuvas (solos expostos são mais suscetíveis à erosão) e da ocupação irregular, além das queimadas. Afinal, cuidar do meio ambiente é garantir também mais proteção aos cidadãos. As fotos foram tiradas da esquina da João Brazil com Alameda São Boaventura.

Uma semana depois a paisagem ficou assim...


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