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domingo, 21 de setembro de 2014

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Sinais do tempo

   Uma das árvores mais "antigas" e apreciadas da escola - e de destaque no blog (confira aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui e aqui!) - o urucum (Bixa orellana) tombou depois de uma forte ventania, segundo o funcionário Luís, marcando o fim de uma era na EMJB. Como uma das primeiras árvores cultivadas na horta, quando ali ainda não havia vegetação, ela cresceu junto com a transformação do espaço e era uma das preferidas dos alunos, que adoravam brincar com suas sementes, fazendo tinta, imitando índio e pintando pele e corpo (veja nos links). Como a vida não para, das sementes casualmente espalhadas pelo solo já brotaram duas novas mudas, sinalizadas com estacas: renovação natural!


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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Tempo tempo tempo... (2)

   Acima, Danielle Cruz e o pau-brasil (Caesalpinia echinata) da EMJB no início deste mês. A muda da árvore que dá nome ao país, nativa da Mata Atlântica e ameaçada de extinção (doada pelo Instituto Casa do Pau Brasil) foi plantada por ela e colegas de turma em agosto de 2010, nos fundos da quadra esportiva. As fotos abaixo, desse dia, são de Fabrícia Soares.

 

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quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

A árvore do balanço

O fruto de cinco amizades

Uma árvore que pode
não ter significados
mas que para mim pode ter.

Uma árvore onde amizades
podem nascer, onde
sentimentos de amizade
podem aparecer.

Cinco amigas que dali
começaram a surgir
onde a conversa vai
e vem onde tristezas
vão embora com a ajuda
das amigas que estavam ali.

Uma árvore que ajudou
a unir amizades, uma
 árvore amiga.

Amigas onde uma conta
a outra momentos felizes
aonde uma enxuga a lágrima
das outras.

Talvez se a árvore não
estivesse lá pessoas
não conheceriam e
tristezas existiriam.
 
Géssica (7A).

Trabalho feito pelos Professores Laudicéia Tatagiba e Paulo Fernando Vanna (Língua Portuguesa).
Clique aqui para conhecer o balanço da árvore.

    A árvore do balanço que inspirou a poesia - ao fundo nas fotos de Caroline (7A de 2011) e Claudio (6B de 2012), mais acima - é uma Gallesia integrifolia, conhecida como pau d'alho, guararema ou ibirarema, árvore brasileira que ocorre tanto na mata atlântica quanto na floresta semidecídua da bacia do rio Paraná. Planta pioneira, de rápido crescimento (considerada indicativa de terra boa), produz grande quantidade de sementes, pode chegar a 30 metros de altura e o tronco a mais de 1 metro de diâmetro (fonte: Árvores brasileiras, de Harri Lorenzi). Ela aparece também na primeira foto da matéria anterior. Já o balanço não existe mais, foi retirado de lá - a escola ainda não está preparada para isso.

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domingo, 22 de dezembro de 2013

O ninho de passarinho

 
 
     Um falou que era de sabiá laranjeira, outro que era de sanhaço. Eu mesmo não descobri: foram os alunos que me mostraram. Quem chega na horta hoje tende a olhar primeiramente para baixo, para o chão, para os novos canteiros com hortaliças, e assim as copas das árvores passam mais despercebidas (repare na foto mais acima). Mas a casa do novo morador chamou a atenção dos alunos, na árvore quase ao centro da estrutura em oito deitado: o pé de laranja-da-terra.


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terça-feira, 28 de maio de 2013

Dias de plantios (ENO Tree Planting Day 2013)

No ENO Tree Planting Day 2013 em 8 de maio (veja o painel dos participantes das Américas), alunos das turmas 6C e 7B plantaram de manhã nos fundas da quadra 2 mudas de cabaceira (não sei se é esse o nome), produzidas a partir de sementes doadas pela Mara Lobo (FME). Teve ainda colheita de aipim com os alunos do 7º ano. De tarde, alunos da progressão parcial plantaram 2 mudas de seringueira em diferentes pontos do terreno (uma perto do portão da quadra e outra do portão da entrada). Mas as ações não se limitaram a um só dia: na sexta, chateados com o sumiço da muda (!), alunos da 6C plantaram uma outra de açaí no mesmo local. Mais tarde, no campo do Gordo, alunos que participam do rugby com o Prof. Raphael plantaram 2 mudas de ipês (amarelo e roxo) às margens do rio das Pedras e também regaram as árvores plantadas ano passado, quando iniciou-se a recuperação da mata ciliar do rio-valão. Fotos minhas, de Letícia Baptista (6C), Maria Eduarda (6C), Cristiano (8C), Yara...


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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Tempo, tempo, tempo...

 Brena Oliveira, que se formou este mês, repete o gesto de setembro de 2010, quando o pau-brasil da EMJB era apenas uma mudinha recém-plantada...


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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Árvores das Escolas de Niterói (2)

 A jabuticabeira da UMEI Lisaura Ruas...

Segundo Teodoro Sampaio ("O Tupi na Geografia Nacional"), jabuticaba vem de yabutí-caba, a gordura do cágado. Mas o vocábulo é dos que admitem diversas interpretações. Considerado como corrupção de yabutí-guaba, quer dizer comida de cágado - o jabuti ("aquele que não bebe", insensível à sede) no folclore indígena é o símbolo da astúcia aliada à perseverança. Se, porém, for composto de yambo-ticada, significa fruto em botão, ou abotoamento de frutos, opinião de Batista Caetano e Luís Antônio Pimentel...

Uma das fruteiras mais cultivadas nos pomares domésticos de todo o país, a jabuticabeira (Myrciaria cauliflora) é muito procurada também por aves e outros animais. Esta fica no canteiro dos fundos do prédio da Unidade Municipal de Educação Infantil do Morro da Cocada, no Badu (Pendotiba).


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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Árvores das Escolas de Niterói

Esta fica no pátio da UMEI (Unidade Municipal de Educação Infantil) Antônio Vieira da Rocha, no Morro do Estado, que vi primeiramente numa foto...

Os frutos parecem graviola, cujo nome científico - Annona Muricata - foi a chave para a identificação desta espécie: Araticum-do-brejo (Annona Glabra), uma árvore da família das Anonáceas.


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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Vamos plantar árvores?!


Environment Online - ENO from Mika Vanhanen on Vimeo.


ENO TREE PLANTING DAY


CONVITE 

Caros Educadores e Escolas de Niterói, do Rio de Janeiro e do Brasil

O próximo evento ENO TREE PLANTING DAY  ocorrerá globalmente em mais de 130 países em 20 de Maio de 2011 ao meio dia.
É um momento de reflexão sobre nossas ações para proteger a biodiversidade do planeta e focar na urgência de novos desafios para o futuro.
As primeiras árvores serão plantadas ao meio dia na Oceania. Seguindo o sol, novas árvores serão plantadas na Ásia, Europa e África. Finalmente, esta corrente alcançará as Américas. A Terra gira e em cada lugar novas árvores terão encontrado seu chão.
Para participar é necessário registrar sua escola/grupo no site: http://www.enotreeday.net/
(Os participantes recebem um certificado).
No Brasil muitas escolas já confirmaram a participação de suas unidades  no ENO TREE PLANTING DAY, promovendo o plantio de árvores  e realizando atividades educativas ambientais.
 
Rosa M. S. Santos  -  Coordenadora ENO no Brasil

Rogério Lafayette - ENO Niterói - mailto:empfniteroi@gmail.com

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sábado, 28 de agosto de 2010

Pau-brasil



No início de agosto, o Instituto Casa do Pau Brasil foi até a EMJB - uma iniciativa do Núcleo de Educação Ambiental da FME - e fez uma palestra para os alunos do 6º ano (turmas 6B e 6E) sobre a árvore símbolo do país, nativa da Mata Atlântica e ameaçada de extinção. Foi e deixou uma muda da Caesalpinia echinata para ser plantada no terreno da escola. Semana passada, na lua crescente, os alunos da 6B plantaram a espécie nos fundos da quadra. As fotos foram feitas por Fabrícia Soares, Gabriel Silva e quem mais pegou a câmera no final da aula para registrar esse dia. Agora são três exemplares de pau-brasil vivos na EMJB. Parabéns alunos por mais esse plantio!

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sábado, 15 de agosto de 2009

Onde tudo começou

A Escola Luiza Abranches fica em Laranjeiras e foi a segunda escola em que trabalhei, no início do milênio, antes de Niterói. No Submarino Amarelo - nome que achava mais legal, do segmento da educação infantil - surgiram muitas ideias. A referência aos Beatles já era, sem dúvida, inspiradora...

No final do ano passado fui visitá-la num dia especial e assisti algumas peças de teatro. A escola estimula as artes cênicas e os alunos são bem mais desembaraçados em apresentações orais, desinibidos. Na minha época, era muito mais tímido e não tive matérias assim...

A Estação Meteorológica começou lá e havia até pluviômetros. Um ficava ao ar livre e o outro embaixo de uma grande árvore. Havia também dois termômetros: o primeiro pareceu dar defeito e o segundo foi colocado para manter o trabalho ativo. Sem continuidade, hoje restam apenas os "fósseis"...

Na época plantamos várias mudas de árvores em locais próximos à escola. A maioria nos canteiros da pedreira da rua Pinheiro Machado, onde muitas não resistiram às obras constantes. Esta paineira (Ceiba speciosa, St. Hill.) foi plantada na rua Marquês de Pinedo e está lá crescendo firme e forte (na foto com Luniara).

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