Mostrando postagens com marcador prevenção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador prevenção. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Mudas de capim citronela

   Alunos da EMJB posam com mudas de capim citronela distribuídas semana passada, depois que surgiu o interesse na planta e alguns pediram para levar para casa. O cultivo caseiro dessa espécie, um repelente natural de mosquitos cada vez mais conhecido na escola, pode ser um aliado importante na prevenção à dengue, que atualmente assola vários municípios do Estado do Rio - incluindo Niterói e São Gonçalo - mais uma vez. Os exemplares de citronela cultivados na EMJB não foram afetados, já que as mudas vieram de uma touceira plantada em Itaipava (Petrópolis). As fotos foram tiradas pelos próprios alunos.

.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Repelente natural contra a dengue

Semana passada, durante uma aula numa turma de 6º ano, um aluno me perguntou se havia capim limão na escola. Outro respondeu que sim, virou para a janela e apontou as touceiras do lado de fora da sala. Corrigi-o dizendo que aquele era o capim citronela, expliquei a diferença entre os dois e surgiu assim o interesse dos alunos pelas espécies cultivadas na escola - o capim limão e o citronela, principalmente o último, que a maioria dos alunos não conhecia. Como Niterói passa por uma nova epidemia de dengue, agravada esta semana, cortei hoje umas folhas de citronela e levei-as para sala, mostrando aos alunos como elas podem ajudar a manter o mosquito afastado. Amarrei-as e coloquei o maço sobre o armário. O cheirinho do repelente natural (parecido com eucalipto) se espalhou aos poucos e agradou a muitos, que pediram para levar para casa. Resultado: alunos das turmas 6D e 6B depois da aula no terreno da escola coletando folhas de capim citronela (alunos da 6A no dia seguinte e na reunião de sábado uma muda para uma mãe). Não sei se a presença das touceiras perto das salas influencia, mas o fato é que não tem mais aparecido mosquitos por lá. As fotos são de Daniela (6D) e Vitória (6B), que se auto-fotografaram também.

 


.

domingo, 11 de março de 2012

A primeira medição de chuva de 2012

Os alunos Jean e Gabriel, da turma 7A, mediram durante a aula de Geografia a chuva do dia 3 de março (domingo), a primeira captada pelos pluviômetros caseiros instalados na EMJB dias antes. Débora Kopke, da mesma turma, registrou esse momento...

A primeira coisa a fazer é retirar a "tampa" do pluviômetro (na mão direita do Gabriel), a parte de cima da garrafa PET cortada que fica de cabeça para baixo no pluviômetro, como um funil, evitando a perda de água por evaporação...

Depois, é só virar a garrafa PET, presa pelo elástico na base de madeira - não precisa soltá-la - e deixar a água cair dentro da proveta de plástico maior...

Essa é a parte mais importante: se um pouquinho de água cair para fora da proveta, perde-se o valor real de chuva que foi captada pelo pluviômetro...

Se o valor for exato a uma das marcações da proveta maior, graduada em intervalos de 50ml (50, 100, 150, 200...), a medição termina aí. Mas se for um valor intermediário, é preciso continuar, usando a proveta menor...

Passa-se a água da proveta maior para a proveta menor, graduada em intervalos de 10ml (10, 20, 30, 40...), o que permite colher o dado com mais precisão. Funciona assim: se a água da proveta maior ficou entre 350 e 400 ml, enche-se 3 vezes a proveta menor - cuja capacidade é de 100ml - jogando essa água fora (300ml). Na quarta enchida, chega-se ao valor que ficou entre 350 e 400ml...

Nesse caso, o resultado obtido pelos alunos foi 373ml (repare na foto) no pluviômetro dos fundos da quadra. Cada um dos três captou quantidades diferentes de chuva e essa variação pode estar ligada à posição em que foram instalados. Mesmo em locais abertos, estão relativamente próximos de telhados e grandes árvores, o que pode ter influenciar na coleta principalmente se a chuva vier com muito vento. Porém, só com mais medições de chuva é que será possível verificar essa hipótese.

.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Chuvas 2011 e educação sobre riscos

Este ano as atividades de medição de chuvas estão sendo bastante proveitosas na EMJB. Foram medidas todas as chuvas de 2011 desde o início do ano letivo em meados de fevereiro - os dados valeram para todo o mês por causa de uma estiagem que durou os 20 primeiros dias. Alunos de diferentes turmas se revezaram na leitura dos pluviômetros, com destaque para os alunos da tarde. Acima e abaixo, alunos do 7º ano (turma 7A) medindo mais uma chuva. Fotos de Gabriela Valentim...

Os pluviômetros, 3 no total, estão instalados na horta (foto), na entrada da escola e no canteiro interno próximo às salas do 6º ano. São instrumentos simples, caseiros,  feitos com uma garrafa pet cortada amarrada a um elástico preso a uma base de madeira. A água da chuva armazenada nas garrafas é medida com o auxílio de duas provetas de plástico graduadas em mililitros e depois tira-se a média dos 3 valores anotados (a quantidade de água captada pode variar nas 3 garrafas)...

Modelo da tabela onde são anotados os valores de chuva após a leitura dos pluviômetros. Os dados possibilitam a montagem de um climograma local com as chuvas registradas na escola, o que é mais ineteressante do que usar os climogramas de outras cidades prontos nos livros didáticos...

Pode-se trabalhar com os alunos de diferentes formas. A turma 7A confeccionou dois tipos de gráficos de barra: um com os valores totais de chuva por mês de fevereiro a julho. Os alunos puderam observar a distribuição irregular das precipitações e perceber as diferenças entre meses mais secos e mais chuvosos...

Numa outra atividade, foram apresentados os valores mais altos registrados e os alunos confeccionaram um gráfico com as 5 chuvas mais fortes de 2011 até agora. A chuva que caiu nos dias 25 e 26 de abril foi disparada a maior do ano, com quase 4 vezes mais volume do que a segunda colocada. Outra curiosidade foi que a terceira chuva mais forte caiu em fevereiro, um dos meses mais secos deste ano. Isso porque esse mês só registrou dois dias de chuva e uma delas foi essa...
Nas turmas do 6º ano o assunto foi abordado em sala de aula e o conteúdo matéria da prova de Geografia. Os alunos tiveram dificuldade em relacionar os meses às estações do ano...

Para complementar esse trabalho, a cartilha "Comunidade mais segura - mudando hábitos e reduzindo riscos de movimentos de massa e inundações", feita pelo CPRM (Companhia de Pesquisa de Recursos Minerais - Serviço Geológico do Brasil) e doada à escola pelo DRM-RJ (Departamento de Recursos Minerais - Serviço Geológico do Estado do Rio de Janeiro), está sendo aplicada em turmas do 6º e 7º anos (acima 6B e abaixo 6A).

Por uma educação sobre riscos para a prevenção de desastres relacionados a chuvas extremas, principalmente para aqueles que vivem em áreas de risco.
.
.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Um ano sem prevenção

Uma pesquisa sobre percepção de riscos naturais na comunidade da Escola Municipal João Brazil foi realizada na reunião de pais de alunos do turno da manhã (6º ao 9º ano) no sábado dia 19 de março. Há um ano ocorreu a pior catástrofe causada por um agente natural (chuva) da história de Niterói e muitas áreas próximas à EMJB foram atingidas, como a Cova da Onça  (Baldeador - fotos), Teixeira de Freitas (Fonseca) e Tenente Jardim. Na época, a escola se preparou para acolher os desabrigados - o que acabou não acontecendo - e recebeu muitos donativos, tornando-se um ponto estratégico na gestão da tragédia. Embora seja uma das únicas presenças fixas do Estado nas comunidades que vivem em áreas de risco - a outra é o posto de saúde - e esteja mais próxima da população que se encontra no front das chuvas catastróficas, a escola municipal ainda não tem a mesma importância como local de prevenção de desastres naturais.


Marque com um X no espaço e escreva se a opção for outro:  

1 – Você mora...
(       ) No Morro do Castro.       (       ) Na Cova da Onça.
(       ) Em Tenente Jardim.        (       ) Outro: __________________

2 – Você considera sua casa um lugar seguro se chover novamente como aconteceu em abril de 2010?
(       ) Sim.              (       ) Não.              (       ) Não sei.

3 – Como você avalia o risco dela sofrer algum tipo de dano se chover de novo como daquela vez?
(       ) Baixo risco.              (       ) Médio risco.
(       ) Alto risco.                (       ) Muito alto risco.

4 – Qual o tipo de risco que ela mais corre?
(       ) Nenhum.                   (       ) Enchente.
(       ) Deslizamento.           (       ) Outro: _____________________

5 – Quando chove muito forte você...
(       ) Não sai de casa.
(       ) Sai de casa e vai para um lugar mais seguro.
(       ) Fica em casa mas sem saber o que fazer.

6 – Como você avalia o governo na prevenção de desastres naturais?
(     )Ótimo.    (     )Bom.    (     )Regular.   (     )Ruim.   (     )Péssimo.

7 – O que mais deveria ser feito para evitar riscos de desastres?
(       ) Obras de contenção de encostas.
(       ) Limpeza de rios, canais e valões.
(       ) Uso de sistemas de alerta para a população, como sirenes.
(       ) Outro: _________________________________________

8 – Você acha que a escola deve atuar na prevenção de desastres?
(       ) Sim.              (       ) Não.              (       ) Não sei.


Os resultados:   









.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Alerta de dengue

"Niterói registra os dois primeiros casos de dengue do tipo 4 no Rio de Janeiro"


"Rio - A Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil informou que a dengue do tipo 4 chegou ao estado do Rio. As vítimas são duas irmãs de 21 e 22 anos, moradoras de Niterói. Elas apresentaram os primeiros sintomas durante o carnaval, no dia 6 de março, já se recuperaram e estão em casa. (...) Como nenhuma das duas pacientes viajou recentemente, a investigação preliminar dos casos aponta para possível transmissão autóctone (dentro do próprio Estado)."
"(...) O problema da chegada do vírus 4, segundo especialistas, é que toda a população do Rio está suscetível a ele, o que pode causar uma grande epidemia. A Secretaria informou que Niterói apresenta, desde o início do ano, 604 casos suspeitos da doença - uma taxa de incidência de 123,9 casos por 100 mil habitantes e nenhum óbito pela doença. (...)"


Matéria publicada no site o globo hoje às 18h18m


Vamos prevenir!!!


Saiba mais sobre a dengue em http://www.dengue.org.br/

e http://www.combateadengue.com.br/.

Neste blog: Dengue em Niterói e Citronela.


.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Instalação dos pluviômetros

Hoje foram  instalados os pluviômetros feitos de garrafa pet que serão usados para o monitoramento das chuvas em 2011 na EMJB. Este trabalho faz parte de um plano educacional de prevenção de catástrofes,  que busca, através da leitura de pluviômetros caseiros e medição de chuvas, aprimorar a percepção dos alunos sobre este fenômeno natural: sua distribuição irregular ao longo do ano e sua importância na detonação dos processos erosivos  nas encostas. Ao contrário do ano passado, quando os 3 pluviômetros ficaram concentrados só no canteiro interno, desta vez eles foram instalados em diferentes pontos da escola. Apenas um ficou nesse canteiro, o da foto acima (à frente do Professor Vernon, de Geografia)...

Um deles ficou na horta, de frente para a sala que será da Geografia (sala ambiente), perto do 8º e 9º anos. Esta é a visão de quem olha da janela dessa sala...

 Esta é a visão que o Vernon teve na foto anterior...

O outro pluviômetro foi instalado na entrada da escola, para aguçar a curiosidade dos que passarem por ali. No ano passado, os pluviômetros captaram a água da chuva em situações distintas, mas desta vez os 3 ficarão na mesma condição: em áreas abertas livres da influência de telhados e copas de árvores. A ideia agora é ampliar o número de alunos que irão fazer as medições e trabalhar com as turmas que ficam próximas de cada um...

Hoje foi também dia de regar as plantas, que enfrentam 13 dias sem chuva e de muito calor. Como praticamente ainda não choveu em fevereiro de 2011, os dados que forem coletados nessa segunda quinzena poderão servir para todo este mês. Na foto, a Professora Etelvina, de Ciências, rega um canteiro da horta.

.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...