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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Niterói - 438 anos

São Lourenço dos Índios - 22 de novembro de 1573 a 9 de maio de 1819...

 Vila Real da Praia Grande - 10 de maio de 1819 a 27 de março de 1835...

Nictheroy - a partir de 28 de março de 1835...


Fontes: Studyng architecture; Niterói virtual; carta topográfica de 1833 (IHGB-Niterói); imagem de satélite de 2009 (Google).

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Fotos raras

Foram encontradas "escondidas" na sala de leitura da E. M. João Brazil fotos antigas e raras de Niterói. A descoberta causou sensação na escola pelo valor histórico das imagens, e aconteceu coincidentemente no dia em que a exposição itinerante "Niterói ontem e hoje" (veja aqui) chegou na EMJB. As fotos ficarão à mostra junto com a exposição na sala de leitura (foto acima) e algumas você já pode conferir de perto no blog... Breve mais detalhes sobre o grande achado!






Compare o Palácio do Ingá antigamente e agora (matéria abaixo) - o portão era mais em frente à construção e dava em uma escada que não existe mais, além da carruagem, do telhado, do prédio ao fundo...

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sexta-feira, 18 de julho de 2008

Férias de julho - dicas de livros

Romances históricos que misturam pesquisa e ficção, "Araribóia o cobra das tempestades" de Luiz Carlos Lessa (editora José Olympio) e "Guerra dos Tamoios" de Aylton Quintiliano (editora relume dumará) contam duas versões da mesma história: a tomada da Baía de Guanabara por Portugal e o fim da França Antártica. No primeiro livro, o herói é Araribóia, chefe dos temiminós que, expulsos no passado da Ilha dos Maracajás (do Governador) pelos tamoios, voltam do Espírito Santo para ajudar os portugueses na expulsão dos franceses. O índio era amigo dos jesuítas e se converteu ao cristianismo, mesmo só falando a língua da terra. Como recompensa dos esforços na guerra, recebeu dos novos governantes a doação de terras das bandas d'além (barreiras vermelhas) e fundou lá a aldeia de São Lourenço, onde passou a viver definitivamente com seu povo.

No segundo livro - a versão dos vencidos - os heróis são outros, como Aimberê, um dos chefes da Confederação dos Tamoios (os mais velhos, os donos da terra), como ficou conhecido o movimento iniciado pelos índios tupinambás contra a dominação portuguesa. Nessa versão, Araribóia é apresentado como um traídor, já que os temiminós eram inimigos declarados dos tamoios. Na guerra entre mairs (franceses) e perós (portugueses), os europeus se aproveitaram de antigas rixas entre tribos rivais e acirraram os ódios entre elas. Só assim foi possível para Portugal se apropriar dessas terras. Mesmo assim, os índios da Guanabara resistiram bastante e por pouco a História não foi contada de uma maneira diferente. Enfim, em ambos os livros o leitor se delicia com as pelejas dos guerreiros, as histórias das origens do Rio e os detalhes da cultura indígena.

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terça-feira, 8 de julho de 2008

terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Niterói imunda

De que adianta a vista maravilhosa se não dá para cair na água?
É tanta sujeira que a CLIN, a companhia de limpeza urbana que freqüentemente está lá nas praias da Baía, não dá conta. Não dá nem para molhar os pés, quanto mais um mergulho. Nadar, impossível. A areia também é uma imundície!
Qualidade de vida é poder tomar um bom banho de mar...




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