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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Produção de fim de ano (2)

Férias à vista e uma vontade de levar plantas pra casa (pode levar!)...

Na horta da EMJB tem: rúcula, alface, couve, salsa, cebolinha...

 Tem tempero (manjericão)...

Tem muito tempero (alfavacão)...

Tem planta pra brincar (dormideira)...

Tem natureza em ação (flor do urucum)...

Tem flor desabrochando (cana-do-brejo)...

Tem perfume suave (flores de jasmim)...

Tem até pé de milho brotando das folhas secas no cimento...

Enfim, tem biodiversidade (em destaque o jenipapo).

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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Escolas sustentáveis

Curiosamente, este foi um tema ignorado nas últimas eleições municipais. Muitas unidades da rede municipal de Niterói são antigas, construídas na década de 70 - caso da EMJB - numa época em que conceitos como sustentabilidade e desenvolvimento sustentável nem existiam. Mesmo passando por reformas ao longo do tempo, essas construções hoje estão ultrapassadas e são exemplos de cultura do desperdício. Repare nesses casos: a escola com luzes ligadas em corredores vazios. Sem interruptores nas salas, elas ficam assim o dia inteiro...

Os sistemas de drenagem do telhado se tornaram obsoletos quando parte do pátio da escola foi cimentado, nos anos 90. No entanto, pequenas adaptações podem permitir o reaproveitamento da água da chuva, de grande utilidade. É preciso considerar também que muitas escolas ficam em morros - como a EMJB - onde não são raros os casos de falta d'água, o que implica em gastos extras com carros pipa e até a suspensão das aulas em situações críticas...

Quanto custa a água e a luz numa escola pública por ano? Clique na imagem acima para ampliar e observe os números: na EMJB, a conta média é de R$6.737,59 mensais (R$3.415,63 de luz e R$3.321,96 de água), ou seja, são gastos mais de 80 mil reais por ano só para manter a escola acesa e irrigada. Para se ter uma ideia desse custo, 13 escolas como essa consomem mais de 1 milhão de reais por ano (só de água e luz!) e a rede tem mais de 70 unidades...   

E a quantidade de lixo produzida? Não há tratamento dos resíduos sólidos, nem separação ou coleta seletiva. Enfim, não há uma política pública focada na eficiência do uso desses recursos naturais e energéticos. Mesmo que representem um valor simbólico na economia do município, tem agregado um imenso valor pedagógico e ambiental para as novas e futuras gerações. Royalties de petróleo não poderiam ser investidos em escolas sustentáveis?...

 
Este ano, a Rio+20 virou tema de aula - por curiosidade dos alunos - e a partir daí eles passaram a perceber o ritmo da produção de lixo na sala de aula. Estimulados, começaram a separar os papéis dos outros resíduos e, de lá para cá, já são 4 caixas de papelão cheias armazenadas na sala de Ciências. Nesse caso, os alunos assimilaram um hábito novo muito mais rápido que os adultos...

Desde o início do projeto "em cada canteiro um canteiro cultivado", as folhas secas são aproveitadas como recursos. Deixam de abarrotar as cestas de lixo e voltam para os canteiros onde permanecem em decomposição, adubando a terra, mantendo a umidade por mais tempo, formando uma capa protetora das fortes chuvas e atraindo uma microfauna importante para a aeração do solo... 

Ao longo dos últimos anos, os espaços com solo ociosos (duros e empobrecidos) foram ocupados. Através de plantios sistemáticos, a área verde aumentou e uma grande variedade de plantas forma atualmente a base da cadeia alimentar: é um privilégio ter biodiversidade dentro da própria escola...

O plantio de árvores ocorre todo semestre. Este ano ultrapassou os muros da escola e foi até as margens do rio das Pedras no Campo do Gordo. O último foi perto da quadra, com alunos das turmas 6C e 6D, onde foram plantadas três mudas: árvore do viajante, jambo vermelho e algodão. Foto: Wellington (8C)...

Nunca foi preciso comprar terra preta. Com a recuperação natural do solo, hoje é possível ter horta na escola com capacidade para produzir alimentos orgânicos suficientes para uma ou outra refeição eventual (são centenas de alunos!). Mas o mais importante: é um jardim didático, onde as crianças passam a conhecer os vegetais. Já tive alguns alunos que perguntaram: "Professor, o que é rúcula?"...

Frutos: coroas de abacaxi da merenda plantadas há menos de dois meses...

 
Economia criativa: a Professora Helen fabricou sabão na sala de Ciências com o óleo de cozinha usado recolhido na escola, uma experiência pioneira na EMJB.


domingo, 1 de julho de 2012

Cores do outono

      O verde predominante esconde outras cores da estação que passou...

O amarelinho do feijão-guandu (Cajanus cajan)...

  O amarelo e laranja da lantana-cambará (Lantana camara)...

O laranja da pimenta de cheiro (do gênero Capsicum)...

O contraste da pimenta malagueta...

O vermelho do malvavisco ou hibisco-colibri (Malvaviscus arboreus)...

 
 O roxo da bananeira (do gênero Musa)...

 
O lilás do boldo (Plectranthus barbatus)...

O rosa e lilás do urucum (Bixa orellana)...

  O rosa quase branco da dormideira (Mimosa pudica)...

 
 O branco leitoso do mamoeiro (Carica papaya)...


 A vinca branca (Catharanthus roseus)...

 
 A suavidade das cores da erva-cidreira (Lippia alba).
 
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sábado, 26 de março de 2011

Educação para o desenvolvimento sustentável

O dia mundial da floresta foi lembrado com o plantio de mudas de palmeiras trazidas pelo Professor Rafael (Ed. Física/foto: Rosângela)...

Transplantadas pelos alunos da turma 6B num novo canteiro aberto perto da quadra (foto: Nayara Alcântara - 6B)...

O dia mundial da água foi lembrado com a coleta de amostras do rio das Pedrinhas, que passa próximo da escola...

E ainda é a rede de esgoto em boa parte do Morro do Castro...

Uma boa quantidade de óleo de cozinha usado deixou de ser despejada no meio ambiente nesses primeiros meses...

A fábrica de matéria orgânica já está a todo vapor (foto: Hermínia Oliveira - 6B)...

A máquina na mão dos alunos produz momentos interessantes: Gabriela Valentim, da turma 7A, registrou luzes e ventiladores ligados em salas vazias...

E com a câmera na mão ensinou com imagens como se faz para não desperdiçar energia elétrica...

Professores e funcionários também produzem lixo...
 
As folhas secas que caem das árvores - o chamado lixo verde - são suficientes para adubar todo o solo do terreno (foto: Beatriz Kopke - 8A)...

Os canteiros cultivados crescem em cada canto (foto: Beatriz Kopke)...

A melhor terra hoje é a que fica perto do espaço da compostagem (foto: Nayara Alcântara)...

Plantando na estrutura dos caixotes do ano passado. Atrás, um pé de alfavaca, tempero muito apreciado na EMJB (foto: Hermínia Oliveira)...

Aprendendo a cuidar (foto: Hermínia Oliveira)...

A leitura dos pluviômetros por alunos da tarde mostra que o trabalho cresceu com a colocação dos instrumentos em diferentes pontos da escola (foto: Gabriela Valentim)...

A Professora nova de História ganhou dos alunos folhas da amoreira para fazer chá...

A curiosidade é despertada pela variedade do mundo vegetal - a biodiversidade (foto: Gabriela Valentim)...

Funcionário da Clin interessado no cultivo e uso do nosso capim-citronela.

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