quinta-feira, 24 de julho de 2008

Jogos de Inverno da EMJB


Os Jogos de Inverno da EMJB, que aconteceram na primeira quinzena de julho, foram assim: diversas atividades (futsal, handebol, basquete, vôlei, queimado, corda, xadrez, pingue-pongue...) com muita disputa, descontração, música e confraternização. Salas de informática e vídeo abertas e nenhuma ocorrência disciplinar... Um sucesso!

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domingo, 20 de julho de 2008

Mudanças no Português

Enviado pela Professora Ana Lúcia Fortunato.

Interessante e muito útil (para alguns, pelo menos)...


Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Por: Marília Mendes

Alfabeto

Nova Regra

Regra Antiga

Como Será

O alfabeto é agora formado por 26 letras
O 'k', 'w' e 'y' não eram consideradas letras do nosso alfabeto.
Essas letras serão usadas em siglas, símbolos, nomes próprios, palavras estrangeiras e seus derivados. Exemplos: km, watt, Byron, byroniano



Trema

Nova Regra

Regra Antiga

Como Será

Não existe mais o trema em língua portuguesa. Apenas em casos de nomes próprios e seus derivados, por exemplo: Müller, mülleriano
agüentar, conseqüência, cinqüenta, qüinqüênio, frqüência, freqüente, eloqüência, eloqüente, argüição, delinqüir, pingüim, tranqüilo, lingüiça
aguentar, consequência, cinquenta, quinquênio, frequência, frequente, eloquência, eloquente, arguição, delinquir, pinguim, tranquilo, linguiça.



Acentuação

Nova Regra

Regra Antiga

Como Será

Ditongos abertos (ei, oi) não são mais acentuados em palavras paroxítonas
assembléia, platéia, idéia, colméia, boléia, panacéia, Coréia, hebréia, bóia, paranóia, jibóia, apóio, heróico, paranóico
assembleia, plateia, ideia, colmeia, boleia, panaceia, Coreia, hebreia, boia, paranoia, jiboia, apoio, heroico, paranoico
obs: nos ditongos abertos de palavras oxítonas e monossílabas o acento continua: herói, constrói, dói, anéis, papéis.
obs2: o acento no ditongo aberto 'eu' continua: chapéu, véu, céu, ilhéu.



Nova Regra

Regra Antiga

Como Será

O hiato 'oo' não é mais acentuado
enjôo, vôo, corôo, perdôo, côo, môo, abençôo, povôo
enjoo, voo, coroo, perdoo, coo, moo, abençoo, povoo



O hiato 'ee' não é mais acentuado
crêem, dêem, lêem, vêem, descrêem, relêem, revêem
creem, deem, leem, veem, descreem, releem, reveem



Nova Regra

Regra Antiga

Como Será

Não existe mais o acento diferencial em palavras homógrafas
pára (verbo), péla (substantivo e verbo), pêlo (substantivo), pêra (substantivo), péra (substantivo), pólo (substantivo)
para (verbo), pela (substantivo e verbo), pelo (substantivo), pera (substantivo), pera (substantivo), polo (substantivo)
Obs: o acento diferencial ainda permanece no verbo 'poder' (3ª pessoa do Pretérito Perfeito do Indicativo - 'pôde') e no verbo 'pôr' para diferenciar da preposição 'por'




Nova Regra

Regra Antiga

Como Será

Não se acentua mais a letra 'u' nas formas verbais rizotônicas, quando precedido de 'g' ou 'q' e antes de 'e' ou 'i' (gue, que, gui, qui)
argúi, apazigúe, averigúe, enxagúe, enxagúemos, obliqúe
argui, apazigue,averigue, enxague, ensaguemos, oblique
Não se acentua mais 'i' e 'u' tônicos em paroxítonas quando precedidos de ditongo
baiúca, boiúna, cheiínho, saiínha, feiúra, feiúme
baiuca, boiuna, cheiinho, saiinha, feiura, feiume



Hífen

Nova Regra

Regra Antiga

Como Será

O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por 'r' ou 's', sendo que essas devem ser dobradas
ante-sala, ante-sacristia, auto-retrato, anti-social, anti-rugas, arqui-romântico, arqui-rivalidae, auto-regulamentação, auto-sugestão, contra-senso, contra-regra, contra-senha, extra-regimento, extra-sístole, extra-seco, infra-som, ultra-sonografia, semi-real, semi-sintético, supra-renal, supra-sensível
antessala, antessacristia, autorretrato, antissocial, antirrugas, arquirromântico, arquirrivalidade, autorregulamentação, contrassenha, extrarregimento, extrassístole, extrasseco, infrassom, inrarrenal, ultrarromântico, ultrassonografia, suprarrenal, suprassensível
obs: em prefixos terminados por 'r', permanece o hífen se a palavra seguinte for iniciada pela mesma letra: hiper-realista, hiper-requintado, hiper-requisitado, inter-racial, inter-regional, inter-relação, super-racional, super-realista, super-resistente etc.



Nova Regra

Regra Antiga

Como Será

O hífen não é mais utilizado em palavras formadas de prefixos (ou falsos prefixos) terminados em vogal + palavras iniciadas por outra vogal
auto-afirmação, auto-ajuda, auto-aprendizagem, auto-escola, auto-estrada, auto-instrução, contra-exemplo, contra-indicação, contra-ordem, extra-escolar, extra-oficial, infra-estrutura, intra-ocular, intra-uterino, neo-expressionista, neo-imperialista, semi-aberto, semi-árido, semi-automático, semi-embriagado, semi-obscuridade, supra-ocular, ultra-elevado
autoafirmação, autoajuda, autoaprendizabem, autoescola, autoestrada, autoinstrução, contraexemplo, contraindicação, contraordem, extraescolar, extraoficial, infraestrutura, intraocular, intrauterino, neoexpressionista, neoimperialista, semiaberto, semiautomático, semiárido, semiembriagado, semiobscuridade, supraocular, ultraelevado.
Obs: esta nova regra vai uniformizar algumas exceções já existentes antes: antiaéreo, antiamericano, socioeconômico etc.
Obs2: esta regra não se encaixa quando a palavra seguinte iniciar por 'h': anti-herói, anti-higiênico, extra-humano, semi-herbáceo etc.



Nova Regra

Regra Antiga

Como Será

Agora utiliza-se hífen quando a palavra é formada por um prefixo (ou falso prefixo) terminado em vogal + palavra iniciada pela mesma vogal.
antiibérico, antiinflamatório, antiinflacionário, antiimperialista, arquiinimigo, arquiirmandade, microondas, microônibus, microorgânico
anti-ibérico, anti-inflamatório, anti-inflacionário, anti-imperialista, arqui-inimigo, arqui-irmandade, micro-ondas, micro-ônibus, micro-orgânico
obs: esta regra foi alterada por conta da regra anterior: prefixo termina com vogal + palavra inicia com vogal diferente = não tem hífen; prefixo termina com vogal + palavra inicia com mesma vogal = com hífen
obs2: uma exceção é o prefixo 'co'. Mesmo se a outra palavra inicia-se com a vogal 'o', NÃO utliza-se hífen.






Nova Regra

Regra Antiga

Como Será

Não usamos mais hífen em compostos que, pelo uso, perdeu-se a noção de composição
manda-chuva, pára-quedas, pára-quedista, pára-lama, pára-brisa, pára-choque, pára-vento
mandachuva, paraquedas, paraquedista, paralama, parabrisa, pára-choque, paravento
Obs: o uso do hífen permanece em palavras compostas que não contêm elemento de ligação e constiui unidade sintagmática e semântica, mantendo o acento próprio, bem como naquelas que designam espécies botânicas e zoológicas: ano-luz, azul-escuro, médico-cirurgião, conta-gotas, guarda-chuva, segunda-feira, tenente-coronel, beija-flor, couve-flor, erva-doce, mal-me-quer, bem-te-vi etc.



Observações Gerais

O uso do hífen permanece

Exemplos

Em palavras formadas por prefixos 'ex', 'vice', 'soto'
ex-marido, vice-presidente, soto-mestre
Em palavras formadas por prefixos 'circum' e 'pan' + palavras iniciadas em vogal, M ou N
pan-americano, circum-navegação
Em palavras formadas com prefixos 'pré', 'pró' e 'pós' + palavras que tem significado próprio
pré-natal, pró-desarmamento, pós-graduação
Em palavras formadas pelas palavras 'além', 'aquém', 'recém', 'sem'
além-mar, além-fronteiras, aquém-oceano, recém-nascidos, recém-casados, sem-número, sem-teto



Não existe mais hífen

Exemplos

Exceções

Em locuções de qualquer tipo (substantivas, adjetivas, pronominais, verbais, adverbiais, prepositivas ou conjuncionais)
cão de guarda, fim de semana, café com leite, pão de mel, sala de jantar, cartão de visita, cor de vinho, à vontade, abaixo de, acerca de etc.
água-de-colônia, arco-da-velha, cor-de-rosa, mais-que-perfeito, pé-de-meia, ao-deus-dará, à queima-roupa






































































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sexta-feira, 18 de julho de 2008

Férias de julho - dicas de livros

Romances históricos que misturam pesquisa e ficção, "Araribóia o cobra das tempestades" de Luiz Carlos Lessa (editora José Olympio) e "Guerra dos Tamoios" de Aylton Quintiliano (editora relume dumará) contam duas versões da mesma história: a tomada da Baía de Guanabara por Portugal e o fim da França Antártica. No primeiro livro, o herói é Araribóia, chefe dos temiminós que, expulsos no passado da Ilha dos Maracajás (do Governador) pelos tamoios, voltam do Espírito Santo para ajudar os portugueses na expulsão dos franceses. O índio era amigo dos jesuítas e se converteu ao cristianismo, mesmo só falando a língua da terra. Como recompensa dos esforços na guerra, recebeu dos novos governantes a doação de terras das bandas d'além (barreiras vermelhas) e fundou lá a aldeia de São Lourenço, onde passou a viver definitivamente com seu povo.

No segundo livro - a versão dos vencidos - os heróis são outros, como Aimberê, um dos chefes da Confederação dos Tamoios (os mais velhos, os donos da terra), como ficou conhecido o movimento iniciado pelos índios tupinambás contra a dominação portuguesa. Nessa versão, Araribóia é apresentado como um traídor, já que os temiminós eram inimigos declarados dos tamoios. Na guerra entre mairs (franceses) e perós (portugueses), os europeus se aproveitaram de antigas rixas entre tribos rivais e acirraram os ódios entre elas. Só assim foi possível para Portugal se apropriar dessas terras. Mesmo assim, os índios da Guanabara resistiram bastante e por pouco a História não foi contada de uma maneira diferente. Enfim, em ambos os livros o leitor se delicia com as pelejas dos guerreiros, as histórias das origens do Rio e os detalhes da cultura indígena.

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quarta-feira, 16 de julho de 2008

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Os novos canteiros

Nas últimas semanas do 1º semestre letivo o terreno da escola onde fica a hortinha ganhou novos canteiros, construídos por alunos do 3º ciclo em momentos diferentes. Primeiro foi feito o canteiro do meio (onde se destacou o aluno Rodrigo Trigo - GR3D), que posteriormente foi coberto por folhas secas caídas das árvores para adubar a terra (fotos abaixo).


Esta semana foram construídos mais dois espaços - o canteiro da grade e o canteiro dos lírios. O primeiro para cultivar espécies trepadeiras e o segundo para espalhar as plantas doadas pela Professora Yara que se espremiam num vaso. Os canteiros foram delimitados com pedaços compridos de madeira descartados, cercados com madeira de caixote e cobertos de folhas secas.


Nesta segunda etapa o destaque foi para José Honório (Zezinho - GR3D, de boné), que participou de todas as atividades e deu o toque final nas cercas com o barbante. Assim que o 2º semestre letivo começar, esses espaços começarão a receber novas plantas. Abaixo, o terreno da escola antes dos novos canteiros e o mais velho com salsinhas, capim-limão e alfavacas.



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quarta-feira, 9 de julho de 2008

Despedida da Professora Adriana

Fotos e vídeo da festinha que os alunos da professora Adriana organizaram na sua despedida da escola. Arrecadaram contribuições, trouxeram os comes e bebes - com destaque para o bolo feito por uma das alunas - escreveram mensagens carinhosas e compraram presente. Ela merece!






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terça-feira, 8 de julho de 2008

domingo, 6 de julho de 2008

A novela da praça

Depois de completar um ano, a reforma da praça Leoni Ramos virou uma novela em São Domingos. Anunciada naquela época numa publicação de luxo com folhas grandes, grossas e coloridas, a reforma da praça fazia parte de um grande empreendimento para revitalização do centro de Niterói, e contava até com recursos do governo federal. Até hoje não foi concluída. Recentemente, estudantes da UFF pinturam os tapumes numa aula de arquitetura. Esses dias, a praça apareceu com parte do tapume derrubado, mais um protesto pelo atraso, evidenciando a obra inacabada que está virando símbolo do abandono da cidade.

Curiosamente, a praça inacabada fica no local onde existiu no passado o Palacete de D. João, um casarão que pertenceu e abrigou à família real nas suas visitas à Vila da Praia Grande, presente do proprietário comerciante Tomás Soares de Andrade ao monarca. Após a proclamação da república, muitos símbolos do império foram demolidos para apagar a memória da monarquia, e com eles o casarão de arquitetura colonial (foto abaixo, de 1904). Justamente no ano em que se comemoram os 200 anos da vinda da família real ao Brasil, a praça permanece destruída. Seria uma vingança dos monarcas à demolição do palacete?

Lá também a Câmara Municipal de Niterói realizou reuniões e assembléias, antes dele ser abandonado e se deteriorar. Meses atrás, na sede atual da Câmara, no Centro, numa exposição sobre a cidade na época do império (como parte das comemorações dos duzentos anos da vinda da família real), foi apresentada a maquete do casarão, e a idéia de se construir uma réplica na praça Leoni Ramos para funcionar a biblioteca municipal e sediar importantes instituções culturais da cidade. Se a reforma da praça completou um ano sem acabar, imagina a construção de um palacete de arquitetura colonial quanto tempo iria levar?

O comércio no entorno da praça perdeu 60% do movimento desde a colocação dos tapumes. O bairro, com seu casario antigo que já foi a parte nobre da cidade, se deteriora com o conjunto arquitetônico abandonado e suas funções urbanas desperdiçadas. São Domingos é um bairro histórico, cultural, turístico, boêmio, bonito e charmoso. Tem praça, tem igreja, tem estação, tem forte (já é Gragoatá, tudo bem, mas é por ali), tem arquitetura, tem paisagem. Hoje está vazio e largado. Merecia um tratamento muito mais especial por parte do poder público municipal. Afinal, São Domingos é a Lapa, a Urca, a Olinda de Niterói!


Acima, obras que não acabam: os dois prédios do Centro Petrobrás de Cinema, também atrasados. Abaixo, fachada de casarão que resiste ao tempo e igreja de São Domingos de Gusmão.



O projeto de reforma da Praça Leoni Ramos (clique na imagem para ampliar). Veja outras matérias sobre a reforma da praça aqui e aqui.

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quinta-feira, 3 de julho de 2008

A volta da banda

Semana passada os tambores acordaram de um silêncio de meses e rufaram pela primeira vez no ano na E. M. João Brazil, fazendo barulho no Morro do Castro. A banda marcial voltou a ensaiar na escola. Confira!





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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Aldeia indígena

Sambaquis, como descreve bem a língua tupi, são montes de conchas, antigos depósitos criados pelo homem primitivo constituídos por restos de moluscos, ossos, lenha e pedaços de cerâmica empilhados ao longo do tempo. São atribuídos a povos caçadores-coletores que viveram espalhados por toda a costa brasileira antes dos tupis chegarem ao litoral. Representam a prova material da ocupação deste território muito antes da chegada dos portugueses.

Em Niterói existe um grande sambaqui na praia de Camboinhas, na boca da lagoa de Itaipu, na região oceânica. Era uma área desocupada até meados deste semestre, quando chegaram índios vindos de outras partes do Brasil - a maioria de origem guarani - e construíram no terreno suas casas. A aldeia indígena criou polêmica entre a vizinhança que paga impostos caros e a notícia foi parar nos jornais da cidade. Enquanto o caso não se resolve, ela continua por lá, atraindo a curiosidade dos visitantes da praia.

No feriado de Tiradentes, visitei o forte da praia de Cabo Frio e esbarrei com um grupo de índios pataxós. Tinham vindo da Bahia para as comemorações do dia do índio e expunham lá o seu artesanato. Foi uma grande surpresa, pois percebi que nunca tinha visto um índio legítimo no meio da cidade, só em livros ou exposições. A sensação foi estranha, como quem se depara com um personagem de ficção, fantasiado como um Papai Noel. Fiquei fascinado! Só depois fui absorvendo aos poucos o grande choque cultural.

Fiquei com aquele dia na cabeça. Apesar da admiração, era óbvio que aquelas pessoas descalças e pintadas destoavam muito das pessoas ao redor do meio urbano e industrial. O ambiente que associamos a elas, natural, já não existe mais por aqui. São desterrados e agora lutam por um espaço nessa sociedade. Pobres de nós, que com o sangue misturado, não conhecemos a sua cultura e nem as matas que já foram só deles. Embora os índios falem e entendam bem a nossa língua, quase ninguém sabe falar e entender bem a deles.

Da viagem, comprei uma zarabatana de um pataxó, para atirar setas num alvo improvisado. O artesanato com sementes é muito interessante, com cores vivas e uma matéria-prima que a natureza renova a cada ano. Barato, mas pouca gente comprava. Dias depois, lendo em casa, achei uma frase que descrevia a impressão que ficou daquele encontro: “o branco no meio das florestas, com os confortos de sua civilização, é tão miserável como o tapuio em nossas cidades, com seu arco e flecha” (Couto de Magalhães - "O Selvagem"). Tupi or not tupi? Eis a questão...




Acima, fotos da aldeia indígena do sambaqui da praia de Camboinhas, que visitei recentemente, com o artesenato guarani. No alto, o índio Apotiaká Pataxó (o sobrenome vem da tribo, que vive no litoral sul da Bahia) em Cabo Frio, RJ.


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domingo, 29 de junho de 2008

Há 50 anos



Trailer...



Os dias que antecederam a data histórica (em francês - descubra quem é o Apolê!)...



No segundo jogo o Brasil empatou com a Inglaterra, sem gols. Depois...







Veja vídeos de todas as Copas do Mundo em http://www.youtube.com/user/guancavilca

Notícia de hoje: http://msn.techguru.com.br/Brasil-ja-tem-mais-40-milhoes-internautas.htm

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quinta-feira, 26 de junho de 2008

A África está em nós



Assista o vídeo e veja como aconteceu este projeto na E. M. João Brazil com a Professora Adriana Braga. Quatro redações de alunos do 9º ano de 2007 foram escolhidas e publicadas em livro: parabéns a Eduardo Luís da Silva, Rayane Conceição da Silva, Renato Emanuel Kopke da Conceição e Thaís Mendes Moreira! Nenhum deles está mais na escola, mas seus textos podem ser encontrados na Sala de Leitura da EMJB na "Coletânea dos trabalhos selecionados no Projeto Redação 2007" (fotos abaixo). Leia o que eles escreveram!








Clique nos textos para ampliar e ler.

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