Continuação de "Impacto Ambiental", de 25/03/12. Acima, abril...
Maio...
Projeto de educação ambiental permanente desenvolvido na Escola Municipal João Brazil - Niterói, RJ.
Este foi o título que usei no ano passado quando um exemplar desta espécie floresceu na rua da EMPF, no Fonseca (saiba mais aqui). Como este da foto também floresceu na rua de uma escola, o título se encaixou perfeitamente de novo. Neste caso, nem na rua da EMPF nem na da EMJB, no Morro do Castro, e sim na do Liceu Nilo Peçanha, no centro de Niterói. Infelizmente, os ipês (amarelo, rosa...) não foram tão usados na arborização urbana no passado como foram, por exemplo, as amendoeiras. Os ipês são árvores nativas do Brasil e sua floração é um dos mais belos espetáculos da natureza tropical. Imagina se a cidade ficasse toda assim...
Jardim Botânico? Parque da Cidade? Nem um, nem outro: a foto acima foi tirada na Rua Soares de Miranda, bem perto da Escola Municipal Paulo Freire. Um ipê rosa (Tabebuia heptaphylla), espécie da Mata Atlântica (ocorre no sul da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo na floresta nativa), floresceu e está embelezando a rua. A floração - que acontece nos meses de julho a setembro - é um espetáculo da natureza, pois a árvore fica totalmente despida de sua folhagem, o que destaca ainda mais a cor das flores. Isto a faz uma das espécies mais populares em uso no paisagismo em geral: é particularmente útil para arborização de ruas e avenidas. É ótima também para reflorestamentos destinados à recomposição de áreas degradadas. Produz anualmente grande quantidade de sementes, que são disseminadas pelo vento. Na foto abaixo o aluno Andrey faz escala ao pé da árvore, enquanto ao fundo se vê o prédio da escola.