domingo, 23 de dezembro de 2012

Pitanga

 
A pitanga (Eugenia uniflora) - vermelho em tupi - é uma pequena árvore nativa do Brasil, que ocorre desde as restingas litorâneas do Nordeste e do Sul até o Planalto Meridional, sendo amplamente cultivada em pomares domésticos de todo o país para a produção de frutos, que contém vitamina C e são consumidos tanto in natura como na forma de sucos, geléias e doces (Lorenzi & Abreu Matos, 2002)*. Na EMJB as pitangueiras cultivadas são ainda jovens e não frutificam, mas na entrada da fazendinha, no início da trilha das torres, há uma alameda delas, que estava abarrotada de frutos no dia da caminhada, com muitas pitangas espalhadas pelo chão. Além de consumi-las in natura, voltamos no dia seguinte para coletar mais e boa parte virou um saboroso suco feito pelas merendeiras. Fotos minhas, de Adrielle (6A), Ionne (6B), Débora (6C), Edna (6D)...


*"Plantas medicinais no Brasil: nativas e exóticas cultivadas". Nova Odessa, São Paulo: Instituto Plantarum, 2002.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Trilha das Torres

A trilha das torres, no Morro da Fazendinha, foi realizada no dia 4/12 com alunos das turmas 6C, 6D, eu e o Professores Raphael (Ed. Física). O caminho começa na entrada da antiga fazenda do Dr. Raul e segue uma estrada asfaltada que vai até o tôpo do morro, onde ficam duas torres de Furnas. Ao longo do percurso é possível observar a bela paisagem da região através de clareiras na mata - o mato alto do tôpo impede a visão 360º - com destaque para a floresta que cobre este trecho do vale do rio das Pedras, por onde passava a estrada de mesmo nome até Santa Bárbara. Por outro lado, a construção de prédios numa área verde próxima à escola é um exemplo de como o espaço é consumido atualmente. Nesta trilha, o passado e o futuro estão presentes de maneira bem clara, assim como a relação natureza/sociedade no Morro do Castro. Depois de duas paradas, uma na torre e outra na fazenda, a trilha terminou na cachoeira do rio das Pedras, imprópria para banho. Fotos minhas, de Breno (6D), Edna (6D) e Débora (6C).


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sábado, 15 de dezembro de 2012

Monitoramento do rio das Pedras

Durante uma chuva forte do mês passado, a aluna Flaviane Gabriela (7A) observou a subida do nível da água do rio das Pedras próximo de sua casa e registrou com a câmera do seu celular. Ela percebeu também que a grande quantidade de lixo no canal dificulta o escoamento das águas e pode contribuir para o transbordamento do rio em alguns trechos. Dias depois, na escola, veio me mostrar as fotos e enviou-as pra mim. Compreendi então que o monitoramento do rio pelos próprios alunos, principalmente nos dias de chuva, pode conscientizá-los dos riscos de enchentes e inundações, como neste caso. E que a escola deveria promover periodicamente mutirões de retirada do lixo do canal, com os alunos, para fortalecer a educação sobre os riscos ambientais. Uma ideia deles mesmos, que só precisa de um incentivo para se concretizar.


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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Cultivo de mandioca

O cultivo de mandioca na EMJB resgata uma prática milenar da cultura dos povos semi-nômades da floresta tropical. "Os índios, para melhor garantir a sua subsistência, as cultivavam em torno de suas habitações; as colheitas, porém, eram feitas ao que se diz em comum", escreveu Rugendas sobre nossas raízes*. Nessa prática - mais uma atividade fora da sala de aula - os alunos estão constantemente plantando, colhendo e reproduzindo a planta, além de consumi-la. Além disso, um pé de mandioca multiplica-se em várias ramas, que podem durar semanas até serem enterradas novamente. Por isso, considero-a uma das principais espécies vegetais a serem cultivadas na escola. Nestes registros (dos autores das fotos só lembro do Wellington, que tirou a última), o primeiro plantio foi realizado por um grupo de alunos da turma 6B com os bolsistas do Pibid Victor e Ludmila, no canteiro dos fundos da quadra esportiva, ainda no final de setembro. O segundo, com alunos das turmas 6C, 6D e o Prof. Raphael (Ed. Física), em meados de novembro, no canteiro lateral da quadra e ao lado da grade da mesma, onde o solo ainda não é tratado com folhas secas, mas resolvemos testar assim mesmo.
 


* "Viagem pitoresca através do Brasil".

domingo, 9 de dezembro de 2012

Projeto Rio das Pedras

Vídeos produzidos pelos alunos da turma 7B com os bolsistas do Pibid da UFF, no Campo do Gordo, para a campanha de despoluição do Rio das Pedras (www.riodaspedrasjb.blogspot.com), o rio-valão da bacia da Baía de Guanabara, que nasce no Morro do Castro, drena o bairro gonçalense e penetra na mata desprotegida da A. P. A (Área de Proteção Ambiental) do Engenho Pequeno.


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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Plantas "tipo exportação" da EMJB

Profª Simone Diniz (Inglês) : hortelã-graúda e alfavaca...

Coordenadora Sueli: capim-limão e laranja-da-terra...

Pedagoga Tânia: capim-limão e erva-cidreira...

Prof. Manoel Barros (Matemática): capim-limão...

 
 Marcos da Secretaria: hortelã-graúda...
 
Prof. Luiz Elias (História): capim-citronela...

 Prof. Marcelo (Ed. Física): citronela...

 
Luiz: citronela para experiências científicas da Profª Daratilde...

  Victor (bolsista do Pibid, com Lucas): capim-limão...

 
Leandro (Pibid): capim-limão e citronela...

Rodrigo Luiz (6C) e um funcionário da obra: citronela...

Dra. Danielle Grynszpan, da Fiocruz: capim-limão. 
O Prof. Vítor Oliveira (de Portugal) gostou do urucum.

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sábado, 1 de dezembro de 2012

Plantio de árvores no campo do gordo

 
Graças ao Professor Marcelo (Ed. Física), os arquivos do dia 25 de outubro, apagados da câmera digital, foram recuperados: registros do plantio de árvores realizado pelos alunos da turma 7A no campo do Gordo, de manhã bem cedo (horário ideal!). Foi mais um esforço para recuperar a mata ciliar - vegetação das margens dos cursos d'água - do rio das Pedras. A importância de plantar árvores fora da escola, na comunidade onde vivem, está relacionada também com a diminuição das áreas verdes no Morro do Castro, que atualmente passa por um acelerado processo de urbanização. É preciso mitigar os efeitos negativos dessas mudanças e criar hábitos como esse nos alunos, para que o lugar nunca perca uma de suas maiores qualidades: a bela natureza. As mudas vieram do Jardim Botânico do Rio de Janeiro (principalmente ipês) e do viveiro da escola (urucum). As fotos são dos alunos (Renata tirou a "foto oficial"). Valeu Marcelo!


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