Acerola, 2ª safra...
Pimentas...
Café amarelo...
Flor do urucum...
Fileira de alfavacão...
Pimenta malagueta da EMJB...
Laura e a colônia, uma planta medicinal...
Sueli e o próximo suco!
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Projeto de educação ambiental permanente desenvolvido na Escola Municipal João Brazil - Niterói, RJ.
Não se sabe quem a plantou ali, se foi alguém ou um passarinho, mas ela cresceu, ganhou força, dominou toda a parte superior da grade e teve até que ter um pedaço arrancado, que sufocava o guaco perto do muro. Esta semana a bucha (Luffa aegyptiaca) foi o destaque na hortinha da emjb: apareceu florida, amarela, cheia de insetos e com frutos se formando. Uma surpresa e um espetáculo - a polinização das plantas, a qualquer hora das manhães.



Também nesta semana aprendi com a Joelma, que aprendeu com seu pai, a plantar corretamente o aipim (Manihot esculenta): ela coloca as estacas deitadas na terra, enquanto eu, antes, fincava-as em pé. Colhemos uma raiz e cortamos o caule da planta em pedaços para multiplicá-lo em brotos. Patrícia levou o alimento para casa e as meninas sugeriram dar um nome para o espaço.
O cambará (Lantana camara) é outra planta que também está se destacando com suas muitas flores. Li recentemente na internet que esta espécie é uma das que mais atraem borboletas e por isso vem sendo muito cultivada na Europa e no Japão, onde o hobby de observá-las vem crescendo bastante. Que venham as borboletas!
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Há duas semanas, a aula de ciências da turma F6D, na E. M. Altivo César, recebeu uma ilustre visistante, que diga-se de passagem, chegou sem ser convidada. Foi a borboleta-coruja. O pobre animal assustou mais do que agradou. A sala de aula fica no 1º andar próxima a uma enorme amendoeira, o que facilitou a sua entrada pela janela. Enquanto uns gritavam e outros se abaixavam nas carteiras, um aluno bem "levadinho", que já estava com o tênis na mão, disse: "- Professora, se a senhora deixar, eu acerto ela agora!" Fiquei espantada com a reação da turma. Claro, disse não. Por sorte nossa visitante encontrou rápido a saída e a paz voltou a reinar. Notei que os alunos não conheciam a espécie em questão e não valorizaram aquele momento para observá-la. Pedi aos alunos que pesquisassem sobre as borboletas e em especial sobre a que havia aparecido na sala. A partir da pesquisa os alunos fizeram apresentações orais, onde deviam dizer o que acharam mais importante.