Nesta semana, a garrafa com a mistura de álcool e folhas picadas de capim-citronela finalmente foi resgatada para a 2ª etapa do preparo da tintura. O período de imersão no álcool, quando a garrafa ficou guardada num canto escuro da cantina, é necessário para a extração e a fixação dos princípios ativos da planta. Ontem, o líquido foi coado em papel-filtro e colocado num outro recipiente, com o cheiro forte da citronela impregnado. A tintura tem validade de 2 anos e irá ser testada em borrifadores na escola nas próximas estações, épocas de reprodução dos mosquitos. Veja como foi a 1ª etapa do preparo aqui!Projeto de educação ambiental permanente desenvolvido na Escola Municipal João Brazil - Niterói, RJ.
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terça-feira, 14 de julho de 2009
Citronela (2)
Nesta semana, a garrafa com a mistura de álcool e folhas picadas de capim-citronela finalmente foi resgatada para a 2ª etapa do preparo da tintura. O período de imersão no álcool, quando a garrafa ficou guardada num canto escuro da cantina, é necessário para a extração e a fixação dos princípios ativos da planta. Ontem, o líquido foi coado em papel-filtro e colocado num outro recipiente, com o cheiro forte da citronela impregnado. A tintura tem validade de 2 anos e irá ser testada em borrifadores na escola nas próximas estações, épocas de reprodução dos mosquitos. Veja como foi a 1ª etapa do preparo aqui!segunda-feira, 31 de março de 2008
Dengue em Niterói
Niterói se cuida! Hoje um mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, apareceu novamente na minha residência, no Ingá. Da primeira vez, semana passada, consegui matá-lo antes que me importunasse. Desta vez, porém, não tive a mesma sorte e não consegui evitar. Se ele picou alguém contaminado antes de mim, serei a próxima vítima (os sintomas aparecem de 3 a 7 dias). O mosquito é este que está na foto acima (repare na mancha em cima da cabeça - é o meu sangue!). Capturei-o e levei numa caixinha para o 2º Salão de Leitura de Niterói, onde, no estande "educadores contra a dengue", confirmei o que já sabia - era o próprio! Ele acabou servindo de modelo no microscópio, pois o de lá já não estava em tão boas condições para se ver. Agora só resta rezar para não pegar a doença.
Na foto acima uma aluna da E. M. João Brazil observa o transmissor da dengue no microscópio. Abaixo, um possível foco do mosquito no meu prédio: uma vasilha de cachorro abandonada no telhado da garagem.
No blog do professor Declev, do núcleo de educação ambiental da FME, estão algumas dicas simples para se combater o Aedes aegypti, como o vídeo abaixo. Vale a pena conferir (http://diariodoprofessor.com/2008/03/28/como-combater-e-acabar-com-o-mosquito-da-dengue-2-outra-opcao-mais-pratica/).
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