Mostrando postagens com marcador lixo; meio ambiente; reciclagem. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lixo; meio ambiente; reciclagem. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 20 de março de 2008

Lixo reciclável vale desconto na conta de luz

Saiu no jornal O Fluminense desta semana: o Projeto Eco-ampla, da Ampla, empresa distribuidora de energia elétrica em Niterói e mais 65 municípios do Estado do Rio de Janeiro, pretende diminuir o valor das contas de energia elétrica dos consumidores incentivando-os a preservar o meio ambiente. O consumidor poderá trocar parte do lixo que produz por bônus na conta do mês. A empresa ganha enviando-o para indústrias de reciclagem. O primeiro posto de coleta desses resíduos já funciona há 20 dias no Horto Florestal do Fonseca.

O cliente deverá comparecer ao posto, na Alameda São Boaventura 770, com a conta de luz e o CPF do titular da mesma, para se cadastrar e retirar um cartão personalizado. O material reciclável deve ser separado por tipo (papel, plástico, metal, etc.) e lá será pesado para se definir o desconto correspondente na fatura mensal. E mais: não há limite de troca durante o mês. Quanto maior o lixo acumulado e separado, menor a conta de luz. O posto de coleta funciona de segunda a sexta-feira de 8h ao meio-dia.

Leia mais em http://www.ofluminense.com.br/noticias/148248.asp?pStrLink=2,76,0,148248&IndSeguro=0

Uma boa oportunidade para a escola do Fonseca reciclar a grande quantidade de lixo que produz (fotos), dar exemplo e educar os alunos. Ela fica próxima ao Horto Florestal.


.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Folhas secas

Há 8 dias falei das folhas secas que vão para o lixo, ao invés de serem reaproveitadas como matéria orgânica (adubo) para as plantas. Nas florestas tropicais, essa camada de folhas secas que se deposita sobre o solo - chamada de serrapilheira - é a principal fonte de nutrientes das árvores. Naquela mesma semana funcionários da CLIN, a companhia de limpeza urbana da cidade, foram à escola retirá-las de lá em sacos de lixo. Conversei com eles e me surpreendi: os próprios empregados sabem que as folhas secas decompostas servem de alimento para a vegetação. Mas recebem ordens para executar este serviço e se não o fizerem direito ainda são advertidos. Enfim, percebi que eles poderiam também ser possíveis parceiros se houvesse uma grande ação integrada em prol do meio ambiente, envolvendo a CLIN e as escolas. Um deles chegou a sugerir demarcar um espaço do terreno para ficar bem visível uma futura compostagem. Repare abaixo na quantidade de folhas secas (nos sacos) que foi desperdiçada. Parece óbvio tudo isso? Então por que não muda?


.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Sobre o lixo (2)

Folhas secas de árvores: lixo ou matéria orgânica (adubo) para o solo?

Este material continua indo para o lixo. Ah... se todos soubessem o que é serrapilheira!

terça-feira, 28 de agosto de 2007

Lixo e reciclagem











Educar para reciclar lixo? Ou reciclar lixo para educar? Continua a campanha do blog pela reciclagem do lixo produzido na EMPF, que não é pouco. A iniciativa de juntar o óleo de cozinha usado foi um bom começo, mas ainda há muito por fazer. No final do 1º semestre deste ano foram colocadas cestas coloridas no 1º andar do prédio da escola, para separação do lixo. Os alunos até posaram para fotos ao lado delas, e estavam começando a usá-las, mas neste 2º semestre as cestas desapareceram e voltou-se à estaca zero.














Espera-se com esta matéria sensibilizar novamente a comunidade escolar para a importância desta questão. Já estamos perto do fim da 1ª década do século 21 e poucas ações se concretizaram na Escola Municipal Paulo Freire. Isso demonstra a dificuldade de todos de mudar velhos hábitos e criar novos, voltados para o cuidado com o meio ambiente. Perde-se uma grande oportunidade de educação ambiental. Repare na fotomontagem abaixo, que mostra um pouco do lixo que a escola produz: as duas fotos de cima são de 2004 e as duas de baixo de 2007. Nesses 3 anos, a situação piorou. Até quando?

terça-feira, 26 de junho de 2007

A escola é o último lugar

A escola é o último lugar onde as coisas acontecem, quando acontecem. Assistindo passivamente a crise ambiental do planeta, em pleno século XXI, vemos a iniciativa privada dar um banho na iniciativa pública quando a questão é viabilizar ações em prol do meio ambiente. Bancos oferecem extratos em papel reciclado e recolhem pilhas, enquanto perfumarias possuem embalagens em plástico biodegradável, por exemplo. A escola deveria ser a pioneira nessas ações - pois é lá que está a maioria dos jovens cidadãos do futuro - e o pior é o professor ficar falando dos rios poluídos e nada ser feito para mudar isso (só blá-blá-blá!). Veja na foto acima o lixo da EMPF misturado: papelão, papel, embalagens, até uma folha seca de palmeira. Reduzir, reaproveitar e reciclar o lixo é sim uma forma de educar.
A EMPF está promovendo uma campanha de recolhimento do óleo de cozinha usado para ser entregue a uma cooperativa de reciclagem. O óleo que não serve mais e que normalmente iria contaminar solos e rios transforma-se em sabão. Para participar basta juntar o óleo usado em garrafas de refrigerante (PET de 2 litros) e entregar ao funcionário Lindomar. E se você ouvir alguém lhe perguntar "o que eu ganho com isso?", a resposta é simples: um meio ambiente menos poluído e a sensação de não ser sempre o último a começar algo que deveria ser uma prioridade. Antes poluíamos o meio ambiente porque não sabíamos o que fazer. E agora que você sabe? Ainda vai ter coragem de não fazer nada. Pense nisto!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...