Fotos que circulam na internet, disponíveis aqui para inspirar alunos e professores... São de um concurso da Hirshhorn Modern Art Gallery. A regra era simples, cada artista podia usar apenas uma única folha de papel!


























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Projeto de educação ambiental permanente desenvolvido na Escola Municipal João Brazil - Niterói, RJ.


























Poucas são as produções nacionais de cinema e televisão sobre os primórdios do Brasil. Uma delas é a minissérie da TV Globo "A Muralha", produzida na virada do milênio para comemorar os 500 anos do descobrimento. É um trabalho de alta qualidade ambientado no Brasil seiscentista, habitado por índios, mestiços, padres e paulistas, entre o litoral de São Vicente e a vila de São Paulo de Piratininga, passando por caminhos da serra e aldeias indígenas. Não faltam aventuras como expedições ao sertão para prear índios e procurar ouro, recheadas de muito romance, dramas e conflitos. Com cara de novela de época, arrebata facilmente o coração do público brasileiro ávido pela história do país.
A minissérie é dividida em 4 DVDs.
Os alunos vêem muita televisão, mas em geral não conhecem "A Muralha".
Formação continuada conduzida pelos próprios professores da casa, compartilhando o seu trabalho e experiência com os outros colegas. Excelente!
Cardápio da semana divulgado para todos no refeitório da escola. Uma coisa simples que também nunca tinha visto em 4 anos na outra escola. Novidade!
Confraternização de final de ano (2007), com um churrasco na própria escola e toda a equipe de educadores reunida. Muito legal! Valeu galera!!! Parabéns!!!
O livro Zoom, de Istvan Banyai (editora Brinque Book) é um excelente material para aulas sobre escala. O livro não tem palavras e pode ser "lido" também de trás para frente. As ilustrações que vão contando a história, que passa por maquetes que podem ser a capa de uma revista ou pessoas num transatlântico que podem ser a propaganda de um ônibus.
A viagem é que a cada página você vai se aproximando ou se afastando da cena anterior, ora vendo em detalhe ora em amplitude. A leitura pode inspirar atividades como o trabalho sobre escala mostrado a seguir: os alunos escolhem uma imagem qualquer numa revista velha e depois fazem desenhos dela com a visão mais aproximada e mais afastada.

O interessante é que quando os alunos "afastam" da imagem que escolheram, podem surgir novos elementos na cena, e aí entra a criatividade de cada um. No exemplo acima, o bicho na natureza vira uma imagem que passa na TV do quarto de uma menina. O trabalho em tela é de Alice, aluna da 5ª série de uma escola particular do Rio onde trabalhei.
Se vivêssemos na época da ditadura no Brasil, seriam todos presos e torturados. Na atual conjuntura, a democracia da conveniência, os métodos são mais sutis - a tortura é psicológica, mas a perseguição também é implacável. Todos da foto acima, na época professores da Escola Municipal Paulo Freire (a escola "modelo") "dançaram", ou seja, sofreram duramente conseqüências negativas por pensarem diferente. E conviver com a diferença é tudo o que os poderosos não toleram, apesar do discurso, principalmente na escola "deles". Foram derrubando um por um. A primeira foi a professora Taís (terceira da direita para esquerda), cujo pedido de licença foi se estendendo até transformarem em abandono de cargo, forçando a sua exoneração (veja aqui). Depois foi a minha vez: um dossiê secreto contra mim foi preparado para me tirarem da escola e me mandarem para outra (veja aqui).