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quinta-feira, 5 de junho de 2014

Saudade

   A última atividade fora de sala, no início deste ano, com a turma 7A, aproveitando uma aula sobre cultura indígena e apresentando aos alunos a planta básica da alimentação dos índios - a mandioca. Fotos de Everaldo Cruz.


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segunda-feira, 28 de abril de 2014

O veneno está na mesa 2


   Segundo documentário de Silvio Tendler sobre o uso de agrotóxicos no Brasil - o maior consumidor mundial desde 2008 - e suas consequências para a saúde, o meio ambiente, a sociedade...

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terça-feira, 6 de agosto de 2013

A nova horta (2013)

 
   Na semana da volta às aulas, não foram poucos os pedidos de "vamos para a horta, professor?", principalmente nas turmas que estavam com menos alunos. Consegui levar a 7A lá nos últimos tempos da sexta-feira e eles inauguraram um trecho pronto da nova horta em formato de oito deitado (o símbolo do infinito), construído na semana dos jogos de inverno com os bolsistas do Pibid. Eles preencheram a estrutura de bambus e pedras com um palmo de terra tirada do espaço da compostagem e da caixa coletora de águas pluviais. Em seguida plantaram sementes de salsa, cebolinha, couve e alface. Por fim, regaram vários canteiros. Mais uma aula de Geografia com Agroecologia. Fotos de Thayana (exceto 1, 7 e 8).


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domingo, 21 de julho de 2013

Feijão guandu

   O feijão guandu (Cajanus cajan) é um arbusto ereto originário da Índia e amplamente cultivado no Brasil. Come-se e tem propriedades medicinais. Também é usado como adubo verde nos solos agrícolas em repouso, pois como planta leguminosa fixa nitrogênio no solo. Segundo Lorenzi & Abreu Matos (Plantas medicinais no Brasil - nativas e exóticas), seus grãos contém 20% de proteínas, 1,2% de lipídios e cerca de 63% de carbohidratos.
   Quando cheguei na EMJB em 2007, já havia pés de feijão guandu perto da cozinha, que agora estão na segunda geração (foto acima). Há alguns anos, levei sementes para Itaipava que pegaram muito bem: em pouco tempo, as vagens foram colhidas, debulhadas e os grãos entregues a D. Lourdes, conhecedora da culinária brasileira, que preparou aquele prato! Foi uma experiência gastronômica e cultural interessante. Por que não na escola?


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segunda-feira, 13 de maio de 2013

A arte de produzir o próprio alimento

   Alunos da turma 7B participaram semana passada da colheita de parte do aipim plantado por eles mesmos no final do ano passado (veja aqui como foi). No dia seguinte a aula de Geografia foi no refeitório, onde eles degustaram aipim frito (com margarina) preparado com carinho pelas merendeiras. Alunos de outras turmas, funcionários, professores e até as diretoras da escola também participaram desse momento especial: o consumo de um alimento produzido naturalmente na própria escola. Práticas pedagógicas como essa valorizam a agroecologia, através de cultivos orgânicos, sem agrotóxicos (no país que é campeão mundial de uso). O único adubo do solo são as folhas secas que caem das árvores mais antigas do terreno, que antes iam para o lixo. Além disso, resgatam uma arte milenar, a de produzir o próprio alimento, perdida há tempos pelo homem moderno da sociedade urbano-industrial. Fotos: Everaldo e Juliana.




quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Cultivo de mandioca

O cultivo de mandioca na EMJB resgata uma prática milenar da cultura dos povos semi-nômades da floresta tropical. "Os índios, para melhor garantir a sua subsistência, as cultivavam em torno de suas habitações; as colheitas, porém, eram feitas ao que se diz em comum", escreveu Rugendas sobre nossas raízes*. Nessa prática - mais uma atividade fora da sala de aula - os alunos estão constantemente plantando, colhendo e reproduzindo a planta, além de consumi-la. Além disso, um pé de mandioca multiplica-se em várias ramas, que podem durar semanas até serem enterradas novamente. Por isso, considero-a uma das principais espécies vegetais a serem cultivadas na escola. Nestes registros (dos autores das fotos só lembro do Wellington, que tirou a última), o primeiro plantio foi realizado por um grupo de alunos da turma 6B com os bolsistas do Pibid Victor e Ludmila, no canteiro dos fundos da quadra esportiva, ainda no final de setembro. O segundo, com alunos das turmas 6C, 6D e o Prof. Raphael (Ed. Física), em meados de novembro, no canteiro lateral da quadra e ao lado da grade da mesma, onde o solo ainda não é tratado com folhas secas, mas resolvemos testar assim mesmo.
 


* "Viagem pitoresca através do Brasil".

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O veneno está na mesa



Documentário de Silvio Tendler sobre o uso de agrotóxicos no Brasil - o maior consumidor mundial desde 2008 - e suas consequências para a saúde...
Parte 2
Parte 3
Parte 4

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