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Projeto de educação ambiental permanente desenvolvido na Escola Municipal João Brazil - Niterói, RJ.
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segunda-feira, 28 de abril de 2014
O veneno está na mesa 2
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terça-feira, 6 de agosto de 2013
A nova horta (2013)
Na semana da volta às aulas, não foram poucos os pedidos de "vamos para a horta, professor?", principalmente nas turmas que estavam com menos alunos. Consegui levar a 7A lá nos últimos tempos da sexta-feira e eles inauguraram um trecho pronto da nova horta em formato de oito deitado (o símbolo do infinito), construído na semana dos jogos de inverno com os bolsistas do Pibid. Eles preencheram a estrutura de bambus e pedras com um palmo de terra tirada do espaço da compostagem e da caixa coletora de águas pluviais. Em seguida plantaram sementes de salsa, cebolinha, couve e alface. Por fim, regaram vários canteiros. Mais uma aula de Geografia com Agroecologia. Fotos de Thayana (exceto 1, 7 e 8).
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segunda-feira, 17 de junho de 2013
A arte de produzir o próprio alimento (2)
"No viés da Educação Socioambiental, a Agroecologia não pode ser entendida somente como um saber que deva ser revalorizado, como um simples método de cultivar a terra ou como estratégia para utilização de técnicas que não agridam o meio ambiente, ela deve ser encarada como um paradigma social que interage diversas áreas e epistemes de conhecimento, com o intuito de perceber, estudar e interferir em processos econômicos, políticos, culturais e ecológicos, do modelo vigente. A Agroecologia proporciona integração e inserção dos alunos nas práticas sociais que permeiam a comunidade residente e promove a inclusão como ser atuante na totalidade que se constrói a sociedade" (Jéssica Alves e Victor Cerqueira, 2013 - bolsistas do Pibid/UFF).
Plantio, colheita, consumo e plantio de aipim nos canteiros dos fundos da quadra com alunos da turma 7A (e bolsistas do Pibid) nos dias 6 e 14 de junho. Com o aipim colhido no dia 6, a mãe do Marcos da Secretaria preparou um bolo para os alunos, consumido no dia 14, quando foram plantadas novas ramas. O vídeo foi feito no 1º dia com Aline e Liliane falando sobre a aula. As fotos são de Thayana (1º plantio e sala de aula), Julyanna (2º plantio) e ?
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segunda-feira, 13 de maio de 2013
A arte de produzir o próprio alimento
Alunos da turma 7B participaram semana passada da colheita de parte do aipim plantado por eles mesmos no final do ano passado (veja aqui como foi). No dia seguinte a aula de Geografia foi no refeitório, onde eles degustaram aipim frito (com margarina) preparado com carinho pelas merendeiras. Alunos de outras turmas, funcionários, professores e até as diretoras da escola também participaram desse momento especial: o consumo de um alimento produzido naturalmente na própria escola. Práticas pedagógicas como essa valorizam a agroecologia, através de cultivos orgânicos, sem agrotóxicos
(no país que é campeão mundial de uso). O único adubo do solo são as
folhas secas que caem das árvores mais antigas do terreno, que antes iam para o lixo. Além disso, resgatam uma arte milenar, a de produzir o próprio alimento, perdida há tempos pelo homem moderno da sociedade urbano-industrial. Fotos: Everaldo e Juliana.
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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Cultivo de mandioca
O cultivo de mandioca na EMJB resgata uma prática milenar
da cultura dos povos semi-nômades da floresta tropical. "Os índios, para melhor garantir a sua subsistência, as cultivavam em torno de suas habitações; as colheitas, porém, eram feitas ao que se diz em comum", escreveu Rugendas sobre nossas raízes*. Nessa prática - mais uma atividade fora da sala de aula - os alunos estão constantemente plantando, colhendo e reproduzindo a planta, além de consumi-la. Além disso, um pé de mandioca multiplica-se em várias ramas, que podem durar semanas até serem enterradas novamente. Por isso, considero-a uma das principais espécies vegetais a serem cultivadas na escola. Nestes registros (dos autores das fotos só lembro do Wellington, que tirou a última), o primeiro plantio foi realizado por um grupo de alunos da turma 6B
com os bolsistas do Pibid Victor e Ludmila, no canteiro dos fundos da
quadra esportiva, ainda no final de setembro. O segundo, com alunos das
turmas 6C, 6D e o Prof. Raphael (Ed. Física), em meados de novembro, no canteiro lateral da quadra e ao lado da grade da mesma, onde o solo ainda não é tratado com folhas secas, mas resolvemos testar assim mesmo.
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Volta às aulas
Agricultura natural na EMJB. Uma pesquisa feita pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) analisou 17 culturas e concluiu que em muitas delas há excesso de agrotóxicos. O campeão é o pimentão (Capsicum annum), pois quase 65% das amostras coletadas apresentaram quantidade acima do normal. Ao divulgar os dados, o Ministério da Saúde lembrou que no Brasil as intoxicações causadas por agrotóxicos só perdem para aquelas provocadas por medicamentos.
O feijão-guando (Cajanus cajan (L.) Millsp) é uma das plantas que já existiam no terreno antes de 2007 e tem muitas utilidades: é cultivado como adubo verde no período de repouso do solo (no intervalo entre duas safras), suas folhas e flores são utilizadas na medicina tradicional e as vagens consumidas na alimentação (Lorenzi & Abreu Mattos 2002). Os pés, próximos da porta da cozinha da escola, produzem mais de uma vez por ano, como agora!
Um boldo (Plectranthus barbatus) floriu... Embora tenha feito sol forte nos últimos dias das férias escolares prolongadas, o inverno foi generoso e mandou chuvas semanais que mantiveram viva a maioria das plantas cultivadas. Nem sempre é assim, daí a importância de cuidar do espaço durante esses intervalos, que podem ser fatais e provocar baixas nos canteiros. Um fato curioso é que algumas plantas desaparecem! O mato toma conta do lugar e o seu aspecto não fica lá muito atraente.
A rúcula (Eruca sativa), também chamada de mostarda persa, é uma hortaliça originária das regiões mediterrâneas e muito popular na Itália. Utilizada no Império Romano como afrodisíaco, é nutricionalmente rica em vitaminas A e C e sais minerais, principalmente cálcio e ferro, além de ômega 3 (fonte: os links do parágrafo!). Na foto acima, rúcula sem agrotóxicos do canteiro direto para a cozinha da EMJB! .
sexta-feira, 5 de dezembro de 2008
Cultura do desperdício
Há 30 anos, quando a E. M. João Brazil foi construída, desenvolvimento sustentável era um termo desconhecido. Os telhados, por exemplo, foram feitos para espalhar a água da chuva, como se vê na foto acima. Mas basta uma chuva forte para perceber o quanto poderia ser reaproveitado hoje, em prol da economia e do meio ambiente.
Não é tão raro problemas com o abastecimento de água ao longo do ano letivo, que interferem nas aulas e demandam gastos extras com carros-pipa. Investir em tecnologias baratas de captura e armazenagem de água da chuva é um caminho para uma escola sustentável no futuro. E um temporal de poucos minutos é a prova disso - assista o vídeo!
Um outro exemplo de desperdício é jogar fora as folhas secas (hábito enraizado!), mesmo depois delas terem fertilizado o solo duro e empobrecido do terreno. Além de adicionar nutrientes com a decomposição da matéria orgânica, mantém a umidade no topo do solo por dias e atraem uma microfauna que ajuda na aeração da terra.
Um potencial tão grande que nem foi preciso usar os sacos de terra preta disponíveis, que passaram o ano inteiro empilhados em um canto. Eles serviram apenas para preencher algumas jardineiras vazias das salas. A serrapilheira que a escola produz é suficiente o bastante para abastecer seus próprios canteiros de hortas e jardins..
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segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Frutos da EMJB
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Notinhas ambientais (3)
De vez em quando aparecem coroas de abacaxi jogadas fora. É só colocá-las no solo que pegam...
Flor da abóbora...
Um novo canteiro: espaço para a serrapilheira e futuros plantios...
Pés de milho...
Visitas constantes...
Tomate...
Melancia...
Abóbora...
Algumas frutíferas de médio porte foram plantadas, como acerola...
Um outro morador...
Não. Essa ainda não é na EMJB...Algumas fotos foram batidas por Max Douglas (GR3D). A acerola foi trazida pelo Marcos, da secretaria.
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