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terça-feira, 15 de outubro de 2013

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A arte de produzir o próprio alimento (2)

    
     "No viés da Educação Socioambiental, a Agroecologia não pode ser entendida somente como um saber que deva ser revalorizado, como um simples método de cultivar a terra ou como estratégia para utilização de técnicas que não agridam o meio ambiente, ela deve ser encarada como um paradigma social que interage diversas áreas e epistemes de conhecimento, com o intuito de perceber, estudar e interferir em processos econômicos, políticos, culturais e ecológicos, do modelo vigente. A Agroecologia proporciona integração e inserção dos alunos nas práticas sociais que permeiam a comunidade residente e promove a inclusão como ser atuante na totalidade que se constrói a sociedade" (Jéssica Alves e Victor Cerqueira, 2013 - bolsistas do Pibid/UFF).

     Plantio, colheita, consumo e plantio de aipim nos canteiros dos fundos da quadra com alunos da turma 7A (e bolsistas do Pibid) nos dias 6 e 14 de junho. Com o aipim colhido no dia 6, a mãe do Marcos da Secretaria preparou um bolo para os alunos, consumido no dia 14, quando foram plantadas novas ramas. O vídeo foi feito no 1º dia com Aline e Liliane falando sobre a aula. As fotos são de Thayana (1º plantio e sala de aula), Julyanna (2º plantio) e ?


 

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segunda-feira, 13 de maio de 2013

A arte de produzir o próprio alimento

   Alunos da turma 7B participaram semana passada da colheita de parte do aipim plantado por eles mesmos no final do ano passado (veja aqui como foi). No dia seguinte a aula de Geografia foi no refeitório, onde eles degustaram aipim frito (com margarina) preparado com carinho pelas merendeiras. Alunos de outras turmas, funcionários, professores e até as diretoras da escola também participaram desse momento especial: o consumo de um alimento produzido naturalmente na própria escola. Práticas pedagógicas como essa valorizam a agroecologia, através de cultivos orgânicos, sem agrotóxicos (no país que é campeão mundial de uso). O único adubo do solo são as folhas secas que caem das árvores mais antigas do terreno, que antes iam para o lixo. Além disso, resgatam uma arte milenar, a de produzir o próprio alimento, perdida há tempos pelo homem moderno da sociedade urbano-industrial. Fotos: Everaldo e Juliana.




sábado, 7 de março de 2009

Niterói em Pernambuco

Quadros pintados em Niterói que fazem parte da coleção Rio de Janeiro do Instituto Ricardo Brennand, em Recife (PE). As fotos lá são permitidas sem o uso do flash (clique nas imagens para ampliar). Preciosidades que muitos niteroienses não conhecem...

Henri Nicolas Vinet (1817-1876) - vista do Rio de Janeiro tomado de Niterói, óleo sobre tela, 1874. No detalhe na foto abaixo.


Giovanni Battista Castagneto (1851-1900) - Rio de Janeiro visto de Niterói, óleo sobre tela, 1887.

Este não sei o nome do autor.

Painel de Antônio Parreiras, no detalhe nas duas fotos abaixo.



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sábado, 7 de junho de 2008

Cidadania e meio ambiente

O professor francês Pierre Crapez, mais brasileiro do que muita gente, deu uma aula diferente para alunos do 1° período do curso de Arquitetura da Universidade Federal Fluminense (UFF). Eles receberam a tarefa de pintar desenhos e frases nos tapumes que circundam a Praça Leoni Ramos, em São Domingos. Foi um ato público - ou uma aula protesto - contra a demora na conclusão das obras de revitalização do local, que completam um ano neste mês (saiba mais aqui). Segundo o jornal O Fluminense, que publicou uma matéria sobre o acontecimento na semana passada, o professor explicou que os alunos não podem ficar parados diante de projetos arquitetônicos estagnados e precisam interagir com a cidade: "O Brasil está muito conservador. As pessoas têm medo de se expressar. Eu, que vivi a geração de 1968, em Paris, não consigo entender este receio de se viver os sonhos. Trouxe os alunos para a praça porque é um ambiente com o qual eles conviviam diariamente e querem voltar a desfrutar. Eles estão trazendo arte e vida a um lugar abandonado. Mais do que uma aula de arquitetura é uma aula de cidadania".
Parabéns Professor!


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quinta-feira, 29 de maio de 2008

Museu Antônio Parreiras


"Escondido" no bairro do Ingá, o museu Antônio Parreiras (1860-1937) é uma espécie de Parque Lage de Niterói. Quem passa em frente na rua não imagina o tamanho do terreno, que sobe até o alto do morro, onde fica o ateliê que foi do artista. A encosta é toda florestada e o jardim muito agradável, formando uma ilha verde no meio dos prédios do bairro. Junto com o Solar do Jambeiro, o Museu do Ingá e o Mac (museu de arte contemporânea), forma o circuito cultural daquelas redondezas. O prédio de baixo possui uma exposição permanente de obras do niteroiense - que já foi considerado o pintor mais popular do Brasil - além de outras de variados artistas, enquanto o ateliê guarda somente pinturas do mestre das paisagens. A entrada é franca.


Uma paisagem clássica do pintor, já que hoje, 29 de maio, é o dia do geógrafo!

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quarta-feira, 21 de maio de 2008

Arte e tradição no Corpus Christi (2)

A confecção dos tapetes de sal já é tradição no feriado de Corpus Christi nas cidades de Niterói e São Gonçalo. Nesta última, a festa, que começa sempre na noite de quarta-feira e vara a madrugada de quinta, é a mais importante de toda a região metropolitana do Rio de Janeiro. A procissão católica na manhã seguinte arrasta uma multidão de fiéis pela principal avenida da cidade. O evento é uma das mais interessantes manifestações de religiosidade e cultura popular, uma arte efêmera trazida da Europa há séculos, mantida ano após ano com a participação de milhares de pessoas. Imperdível! Veja como foi ano passado...




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