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quinta-feira, 25 de abril de 2013

Prêmio internacional


  O World Water Monitoring Challeng (WWMC) é um programa educacional - de alcance internacional - que constrói consciência e envolvimento público em recursos de proteção da água em todo o mundo, pelos cidadãos engajados a conduzir a monitoração básica de seus corpos d'água. Em 2012 aproximadamente 250.000 pessoas em 66 países monitoraram seus mananciais de água locais.
   O WWMC surgiu do programa Dia Mundial do Monitoramento da Água (World Water Monitoring Day/WWMD). Enquanto um “dia” oficial continua a ser observado todo ano em 18 de setembro, o “desafio” mais abrangente encoraja as pessoas do mundo todo a testar a qualidade de seus mananciais de água, compartilhar as suas descobertas e proteger os nossos recursos mais preciosos. 
   O Programa funciona anualmente de 22 de março (o Dia Mundial da Água pelas Nações Unidas) até 31 de dezembro. A meta primeira do World Water Monitoring Challenge é educar e engajar os cidadãos na proteção dos recursos hídricos mundiais. Muitas pessoas não são conscientes do impacto que seus comportamentos têm sobre a qualidade da água. A condução de simples monitoração de testes ensina os participantes sobre alguns dos mais comuns indicadores de saúde da água e estimula a maior participação em esforços de monitoração de cidadania mais formais.
   Em 22 de março de 2013 o programa anunciou os vencedores do quarto "Water Champion Awards", homenageando os notáveis ​​esforços de oito grupos (com quatro participantes individuais) realizados em 2012. O prêmio reconhece níveis superiores de relevância, esforço educacional, suporte e inovação na promoção da qualidade da água através do envolvimento no WWMC. O trabalho que enviei, o Monitoramento da água do rio das Pedras, foi escolhido o melhor de toda a América do Sul e premiado com uma placa e 500 dólares em materiais da WWMC.

  
   Tudo isso só foi possível graças ao apoio de várias pessoas, dentre elas:
- Profª Rosa Sousant, que sempre incentivou este trabalho e enviou-me de São José dos Campos (SP) o material do WWMD para realizá-lo;
- Alunos das turmas 7A e 7B de 2012, que realizaram o monitoramento da água do rio das Pedras, em especial o grupo formado por Luiz Brayan, Felipe, Bartez, Leonardo e Marlon, envolvidos em todas as etapas;
- Bolsistas do PIBID (programa institucional de bolsas de incentivo à docência) Elisa, Jéssica, Leandro, Ludmilla, Mônica e Victor (sob coordenação da Profª Amélia Bezerra/UFF), pelas aulas compartilhadas no Campo do Gordo, onde foram realizados os monitoramentos da água;
- Prof. Raphael Awata e Fernando Baba (ex-aluno da EMJB), parceiros no projeto "trilhas da JB", que percorre no Morro do Castro os caminhos do rio das Pedras;
- Dra. Danielle Grynszpan, pela parceria nas feiras de ciências municipal e estadual;
- Aos parceiros de labuta diária na EMJB, em especial às diretoras Gleice e Glória e às pedagogas Tânia e Yara;
- Profª Kelly Leal, pelas sugestões, ideias e parceria na vida.



Confira as principais etapas do trabalho premiado:

http://www.empfniteroi.blogspot.com.br/2012/09/dia-da-arvore-eno-tree-planting-day.html

http://www.empfniteroi.blogspot.com.br/2012/09/monitoramento-da-agua-do-rio-das-pedras.html

http://www.empfniteroi.blogspot.com.br/2012/10/rio-ou-valao.html

http://www.empfniteroi.blogspot.com.br/2012/10/semana-nacional-de-ciencia-e-tecnologia.html

http://www.empfniteroi.blogspot.com.br/2012/11/uma-sala-de-aula-ao-ar-livre.html

http://www.empfniteroi.blogspot.com.br/2012/11/monitoramento-da-agua-do-rio-das-pedras.html

http://www.empfniteroi.blogspot.com.br/2012/11/fecti-feira-estadual-de-ciencia.html

http://www.empfniteroi.blogspot.com.br/2012/12/plantio-de-arvores-no-campo-do-gordo.html

http://www.empfniteroi.blogspot.com.br/2012/12/projeto-rio-das-pedras.html

http://www.empfniteroi.blogspot.com.br/2012/12/monitoramento-do-rio-das-pedras.html

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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Pibid

O Pibid (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência) é uma iniciativa para o aperfeiçoamento e a valorização da formação de professores para a educação básica, financiado pela Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).
O programa concede bolsas a alunos de licenciatura participantes de projetos de iniciação à docência desenvolvidos por Instituições de Educação Superior (IES) em parceria com escolas de educação básica da rede pública de ensino.
Os projetos devem promover a inserção dos estudantes no contexto das escolas públicas desde o início da sua formação acadêmica para que desenvolvam atividades didático-pedagógicas sob orientação de um docente da licenciatura e de um professor da escola...

O Pibid será coordenado na EMJB pela Professora Amélia Cristina Bezerra, do Departamento de Geografia da Universidade Federal Fluminense (UFF). Um dos objetivos deste projeto é fortalecer a educação ambiental e desenvolver a agroecologia no currículo de Geografia da educação básica...

Leandro, Ludmilla e Elisa na apresentação da agenda acadêmica 2012 da UFF...

Os bolsistas do Pibid na EMJB: da esquerda para a direita, eu, Victor Alexandre, Elisa, Jéssica, Mônica, Ludmilla e Leandro. Os estudantes já participaram de atividades importantes na escola, como o plantio de árvores no campo do Gordo e o monitoramento da água do rio das Pedras. Foto: Lucas Emanuel (6C). Bem-vindos!


Obs: as fotos mais acima (as três primeiras) pertencem ao arquivo da Ludmilla.

domingo, 30 de novembro de 2008

terça-feira, 2 de setembro de 2008

IDEB de Niterói

Despertada minha curiosidade com a propaganda do governo na televisão sobre o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica), fui pesquisar o de Niterói no site do MEC (Ministério da Educação). Os números estão lá, mas eu queria na verdade saber a posição da cidade no ranking nacional. Afinal, no ano passado Niterói recebeu do governo federal o título de "cidade livre do analfabetismo", só concedido na ocasião a 64 municípios brasileiros. Não foi fácil achar essa lista, mas procurando na internet consegui uma de 2005, ano anterior aos últimos dados do IDEB, que são de 2007. Veja abaixo quais os melhores municípios em relação aos anos finais do ensino fundamental (2005):

1 - SP PORTO FERREIRA 5,9
2 - MG PIRAPETINGA 5,6
3 - SC AURORA 5,3
4 - SP ANGATUBA 5,3
5 - SP LAVRINHAS 5,3
6 - SP BARIRI 5,2
7 - RJ MIGUEL PEREIRA 5,1
8 - SP SOROCABA 5,1
9 - RS FLORES DA CUNHA 5,0
10 - SC MAFRA 5,0
11 - SP MARTINOPOLIS 5,0
12 - MG ITAUNA 4,9
13 - MG SAO BRAS DO SUACUI 4,9
14 - RS ARROIO DO MEIO 4,9
15 - RS CONSTANTINA 4,9
16 - RS FORTALEZA DOS VALOS 4,9
17 - RS LAJEADO 4,9
18 - RS NOVA RAMADA 4,9
19 - SC LUZERNA 4,9
20 - SP RIBEIRAO PIRES 4,9

Niterói está na posição 411, com 3,8 - índice que aparece a partir da posição 373, que pertence ao município de Boca do Acre (AM). Niterói obteve este resultado (3,8) tanto em 2005 quanto em 2007, ou seja, não houve melhora nesse período.

Agora veja a lista dos melhores municípios em relação aos anos iniciais do ensino fundamental:

1 - SP BARRA DO CHAPEU 6,8
2 - SP DOLCINOPOLIS 6,6
3 - SP ITAPOLIS 6,4
4 - SP DOIS CORREGOS 6,3
5 - SP SAO JOAO DAS DUAS PONTES 6,3
6 - SP LAVINIA 6,1
7 - SP VOTUPORANGA 6,1
8 - SP ORINDIUVA 6,0
9 - PR IVATUBA 6,0
10 - SP SUD MENNUCCI 6,0
11 - SP BARIRI 5,9
12 - SP SEBASTIANOPOLIS DO SUL 5,9
13 - RS HUMAITA 5,9
14 - SP BILAC 5,9
15 - MG SAO JOAO BATISTA DO GLORIA 5,8
16 - PR IBEMA 5,8
17 - PR TUPASSI 5,8
18 - SP SANTA RITA D'OESTE 5,8
19 - SP VALENTIM GENTIL 5,8
20 - MG SANTA RITA DE CALDAS 5,8

Niterói está na posição 1603, com 3,9 - índice que aparece a partir da posição 1536, que pertence a Córrego do Ouro (GO). Em 2007 Niterói melhorou para 4,4 - o que significa que, se todos os municípios mantessem as posições de 2005, Niterói pularia para alguma entre 781 (Catalão - GO) e 914 (Nazaré Paulista - SP), todas com 4,4.

Concluindo: falta muito para se comemorar alguma coisa. Afinal, a cidade pode ter erradicado o analfabetismo - será? - mas ainda é preciso melhorar muito a qualidade da educação, principalmente da alfabetização. O que se torna cada vez mais difícil com a aprovação automática sendo empurrada para as escolas municipais junto com o sistema de ciclos. Só quando os profissionais que trabalham nelas forem realmente ouvidos, e principalmente respeitados, será possível reverter esse retrocesso na educação pública da cidade. Por enquanto, tudo não passa de uma grande ilusão, com conseqüências trágicas para o futuro de Niterói...

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terça-feira, 27 de maio de 2008

Semana de Avaliação

Semana passada foi semana de avaliação na Escola Municipal João Brazil. Quando cheguei nesta escola, no final do ano passado, já existia esta semana, defendida pelos professores como uma forma de garantir um critério de avaliação comum para todos. É uma maneira também de saber se os alunos estão aproveitando as aulas e estudando. Deles testarem seus conhecimentos e se prepararem para situações onde são postos à prova, como em concursos. E também para conhecer o trabalho dos outros professores, que podem ser muito criativos neste momento. Enfim, estimula o grupo a trabalhar em conjunto e melhora a qualidade do ensino.


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terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

Premiar o mérito

Há um mês publiquei uma entrevista que saiu na Veja sobre educação, em que um americano diz que é preciso incentivos concretos aos bons profissioais das escolas públicas. Esta semana, na mesma revista, a secretária de Educação de São Paulo vai mais fundo na questão, dizendo que, além de dar incentivos a quem merece - o que vai acontecer no território paulista - o país precisa livrar-se de vez do corporativismo.
Leia abaixo trechos interessantes e reveladores...

Veja – De quanto será o prêmio?
Maria Helena – O bônus pode chegar ao equivalente a mais três salários num ano. Isso para cada funcionário da escola, da faxineira ao diretor. Foi com um sistema bem semelhante a esse que a cidade de Nova York alcançou avanços notáveis. Fizemos aqui uma adaptação necessária à realidade brasileira: os professores mais faltosos serão automaticamente excluídos da lista dos premiados. É apenas o justo. O Brasil ainda está pouco habituado a encarar as políticas para a educação sob uma ótica mais voltada para os alunos. Eles merecem, afinal, assistir a uma boa aula – e por isso estamos deixando de premiar os professores campeões em ausência.


Veja – Qual seria o melhor caminho para elevar o nível dos professores?
Maria Helena – Num mundo ideal, eu fecharia todas as faculdades de pedagogia do país, até mesmo as mais conceituadas, como a da USP e a da Unicamp, e recomeçaria tudo do zero. Isso porque se consagrou no Brasil um tipo de curso de pedagogia voltado para assuntos exclusivamente teóricos, sem nenhuma conexão com as escolas públicas e suas reais demandas. Esse é um modelo equivocado. No dia-a-dia, os alunos de pedagogia se perdem em longas discussões sobre as grandes questões do universo e os maiores pensadores da humanidade, mas ignoram o básico sobre didática (...).

Veja – Como algumas escolas públicas conseguem sobressair diante das demais, apesar do mesmo orçamento apertado?
Maria Helena – Há um fator comum a todas as escolas nota 10, e ele merece a atenção das demais: trata-se da presença de um diretor competente, com atributos de liderança semelhantes aos de qualquer chefe numa grande empresa. Sob sua batuta, os professores trabalham estimulados, os alunos desfrutam um clima positivo para o aprendizado e os pais são atraídos para o ambiente escolar. Se tais diretores fossem a maioria, o ensino público não estaria tão mal das pernas.

Leia a entrevista completa em http://veja.abril.com.br/130208/entrevista.shtml

Veja também
http://revistaescola.abril.com.br/online/reportagem/repsemanal_269573.shtml


quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Reforma na educação

Achei esta matéria por acaso, folheando uma revista (Veja, de 21/11/07) numa recepção de consultório. É uma entrevista com o americano Eric Nadelstern, que comanda uma das reformas mais radicais já feitas numa rede de escolas públicas: implantar um novo modelo cujos pilares são a competição e a recompensa baseada no mérito. Os especialistas dizem que a reforma merece a atenção de governantes, educadores e também dos pais, pelos bons resultados já colhidos. Com uma carreira de 35 anos em escolas públicas de Nova York, poucas pessoas entendem tanto do assunto quanto ele, que é convidado para dar palestras no mundo inteiro. O trecho a seguir foi o mais revelador:

Veja – Quais medidas se revelaram mais eficazes em sua própria experiência?

Nadelstern – De saída, concluímos que não dá para ter bom ensino sem reunir na escola um grupo de profissionais obcecados por acertar. Isso é algo que certamente não aparece por geração espontânea, pelo idealismo puro e simples. Para contar com uma tropa de gente decidida a fazer de determinada escola um exemplo de excelência, é preciso antes de tudo lhe dar incentivos concretos, tal qual ocorre em uma empresa privada. Não me refiro aqui apenas ao aumento de salário, que também ajuda, mas sobretudo a uma política de premiar com mais dinheiro diretores e professores que alcancem os melhores resultados. A Coréia do Sul já fez isso com sucesso e estamos colocando a idéia em prática agora em Nova York. Com a velha isonomia salarial, passamos uma mensagem equivocada do menor esforço, segundo a qual dar a alma ao trabalho não faz nenhum sentido. Queremos estimular justamente o contrário.

Leia a entrevista completa em http://veja.abril.com.br/211107/entrevista.shtml.

Na "cidade educadora" (?!) também se passa esta mensagem equivocada. Afinal, quem são os bons profissionais da educação pública de Niterói?


terça-feira, 30 de outubro de 2007

O dia do mestre

Há 15 dias foi o dia do mestre, atualmente uma data sem valor (tal qual o professor), a não ser pelo feriado que junta com o do dia 12 e vira um feriadão. Por internet, recebi de uma amiga uma mensagem daquelas que volta e meia circulam na rede, um desabafo de um professor sobre a situação crítica da educação no país. Apesar do texto coerente, em determinado momento ele diz: "Os palavrões, os desacatos, os desrespeitos em sala de aula, nos corredores, nos pátios, nas áreas livres; as ameaças, veladas ou não, dirigidas a quem trabalhe em educação, tornam-se a cada dia um fato comum, "natural e perfeitamente aceitável" (...)".

Discordei desta parte. É verdade que existem escolas extremamente violentas, mas muitas vezes é a instituição, o coletivo da escola, que não funciona direito, e faz as coisas desandarem. Foi assim na Paulo Freire nos primeiros anos, muito violenta, e naquela época quase chutei o balde. Intervínhamos em todas as situações aleatoriamente e não dávamos conta. E nossos superiores assistiam a tudo inertes. Não acho que a escola deva ser um lugar de punição, mas não tomar atitude nenhuma numa falta grave faz com que a impunidade prevaleça - e é o que a gente assiste no Brasil.

Aprendi que, antes de tudo, é preciso que nós tomemos atitude: quando os alunos percebem que há envolvimento, determinação e autoridade do professor, respeitam. Para mim,
as preocupações formais e objetivas devem ceder lugar ao aprendizado baseado na convivência, observação e afetividade. Na Índia, há mestres que transmitem seu ensinamento sem dizer uma única palavra. Eles agem, e os discípulos aprendem com os seus exemplos. Se aqui os alunos vêem os "profissionais da educação" fazendo de qualquer jeito, se omitindo e pouco se importando, o que esperar desses alunos? (clique na imagem acima para ampliar e saber)

"PERDI O JOGO E"
:
OI ROGÉRIO, A CADA MINUTO QUE PASSAMOS NA ESCOLA PAULO FREIRE, SENTIMOS SUA FALTA.
O SEU JEITO DE SE COMUNICAR COM AS PESSOAS, DE DIZER O QUE ESTÁ CERTO OU ERRADO E MUITO MAIS.
BOM EU POR EXEMPLO.
EU ESTOU SENTINDO SUA FALTA MESMO, PORQUE FOI COM VC ALI PRESENTE NAQUELA ESCOLA QUE EU E TODOS OS ALUNOS APRENDERAM A AMAR, RESPEITAR, SABER LIDAR UM COM OS OUTROS E TUDO MAIS.
OLHA POIS FIQUE SABENDO QUE NO CORAÇÃO DE CADA UM DE NÓIS ESTARÁ A SUA LEMBRANÇA. NO MEU CONCERTEZA VAI ESTÁ.
ESPERO QUE AGORA VC POSSA ESTÁ REFLETINDO OS BONS MOMENTOS QUE VC PASSOU NA ESCOLA...
HÁ E TEM UMA COISA,FOI LÁ QUE VC E KELLY COMEÇARAM A NAMORAR.
EU LEMBRO ATÉ HOJE QUE TODOS OS ALUNOS QUERIAM QUE VOCÊS FICASSEM JUNTOS E AGORA ESTÃO AI Ó. CASADOS.
BOM EU LHE DESEJO SORTE,SAÚDE,PAZ E AMOR.
PORQUE É ISSO QUE A GENTE TEM TER DENTRO DE NOIS.
PRINCIPALMENTE AMOR.
BOM ESPERO QUE VC POSSA ESUQCER TUDO O QUE FOI DE RUIM NA ESCOLA.
PORQUE OS ALUNOS TODOS ESTÃO COM VC VALEU.
BEIJÃO.
THAYS PACHECO

♥Chris
: Oi professor! Como vc esta? Nos tds sentimos mt a sua saida queriamos mt que vc continuasse como nosso professor. Mas isso ñ foi possivel neh! Nunca esqueça que vc vai sempre fazer parte da nossa historia na EMPF. E queremos o senhor presente na nossa formatura! Sei que ñ é mas professor da EMPf mas sempre vai ser o nosso professor.
Que Deus ilumine seu caminho onde for e que vc sempre seja esse professor alegre, maluquinho, eletrico, preocupado com o melhor para os alunos...


terça-feira, 4 de setembro de 2007

Fórum Popular de Educação em Niterói

Vai acontecer no final deste mês, no dia 29 de setembro (sábado), das 8:00 às 13:00 hs, na Escola Municipal Paulo Freire, o 1º Fórum Popular de Educação em Niterói, organizado por alguns pais de alunos com o apoio da comunidade escolar. Todo mundo pode participar, é só chegar. Estes pais inauguraram esta semana na internet um blog especialmente dedicado ao assunto (foto), e o endereço é http://www.forumpopeducnit.blogspot.com/ . Você encontra também mais informações sobre o evento - os temas que serão abordados, as mesas de discussões, etc. - na página da comunidade da EMPF no Orkut (http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=1615372). Parabéns Conceição e Antônio pela iniciativa e pela criação de mais um espaço de diálogo! Este envolvimento é muito importante para a melhoria da qualidade do ensino público.

quarta-feira, 11 de julho de 2007

A camisa dos professores

A partir dos cursos de formação continuada oferecidos pela Fundação Municipal de Educação, que impõem a proposta de ciclos negando que haja a aprovação automática, os professores da EMPF resolveram fazer um protesto criativo. Vários combinaram de usar uma camisa com os dizeres: contra a ignorância automática (frente) e por uma edução de qualidade (verso), durante toda a última semana das aulas do mês de julho. Até o momento já saíram 30 camisas. A idéia é mostrar que, ao contrário do que dizem os representantes da FME (equipe de referência), a aprovação automática existe sim na rede municipal de Niterói, e é um empecilho à educação de qualidade, que não mascara resultados e é comprometida com a aprendizagem dos alunos.

terça-feira, 10 de julho de 2007

Escolas do interior dão uma lição

Saiu assim no jornal O Dia (domingo, 8 de julho de 2007, pag. 8): "iniciativas simples do interior estão fazendo a diferença na melhoria do ensino público fluminense. Com poucos recursos, cidades pobres do Estado do Rio implantam programas de leitura, oficinas de percussão, provas de avaliação, turmas de aceleração e incentivo ao professor. É o caso das prefeituras de Miguel Pereira, Cordeiro, Bom Jesus e Santa Maria Madalena. As quatro conquistaram os primeiros lugares no ranking estadual do Prova Brasil, do Ministério da Educação, que mede o aprendizado em Português e Matemática". Ainda nessa reportagem, duas declarações chamam a atenção: "Estudos mostram que a gestão dos recursos é mais importante que a quantidade de dinheiro aplicada em educação", de Naércio Menezes (Ibmec/USP), justificando a colocação desses municípios que tem uma péssima arrecadação de verbas. A outra é do secretário municipal de educação de Miguel Pereira, explicando o 1º lugar: "o único segredo é a dedicação das pessoas. Os professores são comprometidos e, para as coisas darem certo, basta dar-lhes apoio e estímulo." Abaixo, o ranking dos 10 melhores municípios do Estado do Rio, em Matemática e Português (8ª série). Cadê Niterói?




segunda-feira, 30 de abril de 2007

Nenhum município do Rio está entre os melhores da rede pública

1ª página do jornal O Globo de 26/04/07 - Um dia após o presidente Lula afirmar que a educação brasileira ainda será uma das melhores do mundo, o novo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado pelo Ministério da Educação, mostra que em apenas 10 dos mais de 5.500 muncípios basileiros os alunos da rede municipal de 1ª a 4ª já atingiram ou superaram a nota média 6 - equivalente ao padrão de aprendizagem dos países desenvolvidos. (...) O Estado do Rio de Janeiro não tem qualquer cidade entre as que oferecem ensino municipal de qualidade. No ranking, publicado no jornal, aparecem os 20 melhores índices do Estado, todos abaixo de 6 (Niterói nem aparece!). Ainda nessa reportagem, a secretária de educação de Campos, o município com o pior índice, atribui o resultado especialmente à aprovação automática, que vigorou por 7 anos e que há 2 deixou de existir naquele município. A aprovação, que era de 100% em 2004 porque não havia avaliação, caiu ano passado para 68%.
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